Office 365 para consumidor com boa taxa anual de receitas

Mais de 5,6 milhões de utilizadores alugam Office, com taxa de crescimento trimestre-a-trimestre a diminuir consoante número de assinantes aumenta.

Office Online - MicrosoftO serviço de subscrição da Microsoft para o Office 365 está com uma receita anual de mais de 500 milhões de dólares, sinalizou a Microsoft na semana passada.

Segundo a CFO, Amy Hood, a Microsoft encerrou o trimestre de Junho com mais de 5,6 milhões de assinantes do Office 365 para as suas ofertas ao consumidores, chamadas de Home e Personal. O primeiro custa 100 dólares ao ano, enquanto o último – introduzido em meados de Abril passado – custa 70 dólares por ano.

A Microsoft não desagrega os assinantes do Home e do Personal mas se a maioria dos consumidores tem Home – muito provavelmente porque está disponível há mais de um ano – a receita anual seria acima dos 500 milhões de dóalres. Uns 70%-30% a favor do Home, por exemplo, ainda significaria uma receita anual de 509 milhões de dólares.

No trimestre a terminar em Junho, a Microsoft adicionou cerca de 1,2 milhões de assinantes ao Office 365, uma taxa de crescimento trimestre-a-trimestre de 27%, mas um aumento ano-a-ano de 460%.

Os ganhos sequenciais abrandaram significativamente desde a explosão inicial de assinaturas a partir de uma base muito pequena: no terceiro trimestre de 2013, com dois milhões de assinantes do Office 365 para consumidores, o ganho da Microsoft trimestre-a-trimestre foi de 100%, por exemplo. À medida que a base de assinantes aumenta, a Microsoft irá, naturalmente, enfrentar dificuldades para manter elevadas taxas de crescimento.

É exactamente isso que espera uma analista de Wall Street. Numa nota publicada na semana passada, a Pacific Crest Securities disse ter antecipado um milhão de novos assinantes de consumo por trimestre. Se a sua previsão for precisa, o ganho trimestre-a-trimestre para os três meses a encerrar em 30 de Setembro seria de cerca de 18%, mas representaria um crescimento ano-a-ano de 230%.

Mas, excepto para alguns poucos vislumbres do negócio do Office para o consumidor em geral, a Microsoft tem ficado notavelmente calada sobre outros aspectos do seu modelo de assinatura, como a percentagem de todas as receitas do Office atribuídas ao Office 365, o “churn rate” (percentagem de clientes que não renovam quando os seus planos anuais terminam) ou a eficácia do seu programa experimental na conversão de utilizadores para clientes pagantes.




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