Facturação da Mainroad regrediu em 2013

A empresa do universo Sonae obteve um volume de negócios de 16, 237 milhões de euros, depois de em 2012 ter crescido apenas 2%. O negócio com organizações exteriores ao grupos cresceu 12%, um dos indicadores com melhor evolução.

Nuno Homem _director-geral da MainroadA Mainroad encerrou o ano fiscal de 2013 com um volume de negócios de 16,237 milhões de euros,  menos cerca de 413 mil euros do que em 2012, anuncia um comunicado da empresa. No mesmo ano, o volume de negócios já crescera apenas 2%.

A organização esteve melhor nos resultados líquidos, os quais cresceram 30% face ao mesmo exercício, atingindo os 1,185 milhões de euros. “Em 2013, o ano em que comemorámos o nosso 10º aniversário, a Mainroad consolidou a sua presença enquanto um dos principais fornecedores nacionais e europeus de serviços de data center e cloud, entre outras soluções de TI. Foi um ano onde reforçámos a nossa expansão internacional, ampliando os nossos serviços e know-how em diferentes mercados”, comenta Nuno Homem, director-geral da Mainroad.

Em termos da análise financeira, o fornecedor de serviços de TI procura destacar o crescimento de 12% do volume de negócios da Mainroad realizado fora do Grupo Sonae. Mas não chega a concretizar com valores absolutos.

“No mercado internacional, a empresa angariou clientes muito relevantes, sustentando a estratégia de expansão para 2014 e para os anos seguintes”, acrescenta um comunicado. Sobre o exercício anterior, o documento salienta a importância das várias parcerias estabelecidas, como por exemplo, o acordo com a SAP, que confere à Mainroad o estatuto de SAP Hosting Partner Advanced e com a Microsoft (Gold Partner).

A Mainroad revela ainda ter investido perto de 500 mil euros “essencialmente” na actualização das infra-estruturas dos dois centros de dados que gere: foi implantado um novo sistema de contenção de corredores de frio, designado “Cold Aisle Containment”.

“Para 2014 pretendemos consolidar o crescimento sustentado da nossa base de clientes e receitas exteriores ao grupo Sonae, dentro e fora de Portugal, mantendo o foco na nossa internacionalização. Estamos também atentos ao mercado e iremos analisar oportunidades de crescimento mais acelerado, de forma orgânica e não orgânica”, acrescenta Nuno Homem.




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