Fujitsu pode usar leitores da palma da mão em smartphones

A tecnologia já introduzida em portáteis e tablets, é considerada como mais segura do que a do reconhecimento de impressões digitais, para efeitos de autenticação.

Biometria das palmas das mãos_Fujitsu (DR)A Fujitsu pode incorporar a sua tecnologia de leitura das palmas da mão em smartphones como uma forma de verificar a identidade de um utilizador. Os leitores PalmSecure da empresa usam uma luz quase infra-vermelha para fazer o rastreio dos pontos nas veias existentes logo abaixo da superfície da palma da mão de um utilizador.

Para os sensores funcionarem tem de haver sangue a fluir nas veias. Os padrões das palma das mãos de cada pessoa são únicos, e os rastreios dos pontos nas veias são comparados com registos prévios cadastrados, para autenticar pessoas e desbloquear qualquer dispositivo ou serviço, a ele vinculado.

“Temos conseguido reduzir o tamanho das nossas unidades de autenticação a partir das palmas da mão”, disse um porta-voz da Fujitsu. “No futuro, esperamos, eventualmente, ter estas unidades incorpordadas em smartphones”, confirmou.

Fujitsu afirma que a tecnologia biométrica tem uma taxa de aceitação de falsificações de apenas 0,00008% e uma taxa de rejeição errada, de 0,01%. A empresa começou a comercializar a tecnologia em 2004, quando se introduziram em ATM no Bank of Tokyo-Mitsubishi, para ajudar a autenticar a identidade do cliente e evitar fraudes.

Mais tarde, a Fujitsu reduziu o tamanho dos leitores e colocou-os em portáteis. Recentemente, mostrou uma versão como tamanho de um pequeno selo, sendo a mais reduzida concebida até agora.

Aquela foi incorporada em tablets, pela primeira vez e será incluída em cerca de dois mil desses dispositivos fornecidos ao Fukuoka Financial Group, que inclui o Banco de Fukuoka , Kumamoto Banco e Shinwa Bank. “Ninguém mais tem essa tecnologia, e é significativamente mais segura do que as impressões digitais”, disse o porta-voz da Fujitsu.

Alguns bancos já demonstraram interesse em ter leitores de veias da palma como um meio de verificar a identidade de pessoas em cenários de desastres naturais, nos quais os títulos bancários ou de identificação, são extraviados.




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