Extreme prevê reforçar equipa em Portugal

Só em Julho o processo de fusão com a Enterasys estará concluído, de acordo com Paulo Lopes – o qual passa a ser o director-geral da organização resultante no país.

Paulo LopesEm processo de fusão com a Enterasys, os objectivos da Extreme passam por angariar uma  “percentagem significativa de novos clientes”, assume o director-geral da empresa em Portugal, Paulo Lopes (que já tinha o cargo equivalente na Enterasys). O responsável revela, em entrevista ao Computerworld, querer aumentar a estrutura de recursos humanos do fabricante no país.

Entretanto, a empresa apresentou um sistema de análise de grandes volumes de informação (Big Data) baseado na recolha de dados de circuitos ASIC: o Purview  combina elementos obtidos das redes, com outros provenientes de aplicações. O propósito é facilitar a gestão de grandes redes e a implantações de cloud computing.

O produto deverá permitir melhorar a compreensão das organizações sobre envolvimento do utilizador com as aplicações, optimizar o desempenho das mesmas, e proteger o sistema face a riscos de segurança.

Computerworld ‒ A fusão de operações da Extreme e da Enterasys está completa? Vai assumir a direcção da organização resultante?

Paulo Lopes ‒ O processo de integração ainda está em curso, conforme o plano definido. Só no início do novo fiscal, em Julho, estará totalmente terminado.

Até lá temos de fazer um esforço adicional para absorver as mais valias que a nova Extreme encerra.  Estou muito entusiasmado com as oportunidades de negócio que o portefólio Purple (Legacy Extreme) nos pode trazer em clientes, onde já estamos.

Em Portugal, vou assumir [a direcção] da organização resultante. Estamos todos muito entusiasmados com as novas oportunidades que esta fusão representa.

CW ‒ Quais são as principais mudanças decorrentes da fusão? Qual é o seu impacto para o canal de distribuição?

PL ‒ Não prevejo que venha a haver rupturas, apenas um ajustamento natural do mercado em cada país, em função da presença mais ou menos forte de cada um dos fabricantes… Para todos os parceiros (Purple ou Red) abrem-se oportunidades.

Em Portugal a nossa preocupação é passar rapidamente para o canal toda a informação sobre o portefólio Purple (legado da Extreme) uma vez que o Red, já é conhecido dos nossos parceiros. Estou certo que vamos também conquistar novos parceiros sejam os mais orientados para os service providers, seja os que trabalham o mercado multimédia onde o protocolo AVB, suportado pelos Summit da Extreme, é um factor chave!

CW ‒ A estrutura de recursos humanos foi/será aumentada?

PL ‒ Não houve alterações decorrentes da fusão. Vamos reforçar a equipa e queremos recrutar tendo em conta a nova realidade Extreme e todo o novo potencial que o novo portefólio oferece.

CW ‒  Quais são os objectivos e prioridades da empresa para 2014?

PL ‒ Afirmar  a presença da Extreme  e conquistar  uma percentagem significativa de novos clientes. À escala  global, a empresa quer entrar no ano fiscal 2015 (Julho) já completamente integrada e preparada para alavancar o potencial do seu novo portefólio (Red e Purple) e novos lançamentos como o Purview, uma solução única e inovadora  que proporciona a partir da rede, a análise e optimização de aplicações, que lançamos esta semana em Portugal.




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