Gstep abre escritório em Moçambique

A portuguesa Gstep investiu 250 mil euros no seu primeiro escritório no estrangeiro com o objectivo de gerir oportunidades em Moçambique e na África do Sul. Até ao final do ano, a GSTEP prevê facturar meio milhão de euros no mercado moçambicano.

Carlos Cardoso, CEO da GstepA Gstep abriu um escritório com três colaboradores em Moçambique, visando gerir oportunidades neste mercado e na África do Sul. A operação em Maputo vai avançar com o apoio permanente de  toda a equipa Gstep de Portugal, assim como das equipas em Angola e na África do Sul.

A empresa deverá  focar o seu esforço na área de Business Intelligence/Data Warehouse tradicional e soluções verticais. A nova operação, segundo um comunicado beneficia já da  experiência no sector mineiro. Mas além deste, abordará  áreas nas quais já desenvolve projectos noutros países, como os da banca e seguros, administração púbica entre outras nível de maturidade necessário à adopção de aplicações de BI.

“A abertura do escritório em Moçambique resulta de um  investimento de largos anos neste mercado e é a consequência natural de um conjunto de oportunidades e clientes que gerimos no território. Este reforço da estratégia internacional da Gstep é um passo essencial  na consolidação de uma relação mais próxima dos centros de decisão dos nossos clientes, num mercado que  deverá registar um crescimento anual de 8% durante os próximos anos”, diz Carlos Cardoso, CEO da Gstep.

Em 2013, o negócio em Moçambique atingiu cerca de 10% da atividade global da Gstep. A abertura do escritório representou um investimento de 250 mil euros e, até ao final do ano, a Gstep prevê facturar meio milhão de euros neste mercado.

Actualmente a área internacional da Gstep representa 20% do seu negócio, deverá atingir os 25% no final  de 2014 e o objetivo a curto prazo é que represente 50% na facturação, revela o comunicado. A Gstep tem projetos a decorrer na  Europa central, Moçambique, Angola e África do Sul.

“Portugal é e continuará a ser o nosso principal mercado. Esperamos manter o ritmo de crescimento do  volume de negócios em Portugal, que é significativo, acima dos dois dígitos percentuais. No entanto, a percentagem do negócio internacional pode ser muito maior, pelo que entendemos que a consolidação da Gstep só se pode fazer com um equilíbrio dos mercados doméstico e internacional”, sustenta Carlos Cardoso.




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