Microsoft procura evidenciar o seu peso na economia nacional

Um estudo da Universidade do Minho diz que a rede de cerca de 3250 empresas, associadas ao fabricante, representa 1,5% do PIB português. O volume de vendas gerado ultrapassou os 5,3 mil milhões de euros, em 2010.

A Microsoft revelou um estudo realizado pela Universidade do Minho, para confirmar o peso do negócio gerado em torno da sua tecnologia em Portugal. O universo de empresas parceiras do fabricante no mercado representou cerca de 1,5% do PIB português, apurou o estudo.

A rede é composta por cerca de 3250 empresas e “inclui todas as parceiras do fabricante localizadas em Portugal, das quais fazem parte empresas cuja principal função é vender, prestar serviços, apoiar ou criar soluções com base em produtos e plataformas Microsoft, e que podem ser multinacionais, grandes empresas nacionais ou PME”, explica uma comunicado. O volume de vendas da rede de empresas parceiras da Microsoft rondou os 5,383 mil milhões de euros em 2010, diz o estudo, mais de um quarto – 26,2% – do total das vendas do sector das TIC: as quais ascenderam a 20,549 mil milhões de euros, nesse ano.

O director-geral da empresa, em Portugal, João Couto, manifestou-se particularmente satisfeito com o facto de o negócio da rede ter registado um crescimento bastante superior ao do resto do mercado – 26,5% face a 6,3%. ”O grande objectivo deste estudo era aferir de forma concreta e inequívoca o valor que a nossa empresa e os seus produtos e serviços têm para Portugal, sobretudo em três variáveis: peso exacto do negócio em todo o sector das TIC, emprego e valor acrescentado. Ficámos agradados ao comparar o desempenho da nossa rede de parceiros com a evolução do sector das TIC, pois verificamos um comportamento díspar, com os nossos parceiros a crescerem quatro vezes acima do mercado, o que vem provar a mais-valia do nosso modelo como criador de riqueza e gerador de emprego”, defende.

O trabalho revela ainda que as vendas totais e emprego no sector de TIC em Portugal – que chegava aos 132 mil postos de trabalho em 2010 –caíram em 2011, respectivamente 23% e 24%.




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