Crescimento nas impressoras 3D seduz novos agentes

As vendas devem crescer dez vezes nos próximos quatro anos, segundo a IDC, e isso vai incentivar a não só a entrada de novos fabricantes como também os da impressão tradicional, como a HP, no mercado.

O segmento de mercado da impressão 3D tem crescido desde uma dimensão residual para se tornar um nicho perto de entrar numa fase de adopção em massa – pelo menos à escala mundial. As empresas começam a reconhecer o potencial e procuram tirar proveito das vantagens de custo e forma de produção com esta tecnologia.

Segundo um novo estudo da IDC o mercado global de impressoras 3D terá um grande aumento nas vendas e receitas desde 2012 a 2017: as taxas de crescimento anual composto são de 59% e 29%. A vice-presidente da consultora para soluções de imagem, de impressão e documentos, Keith Kmetz  afirma que “enquanto as tecnologias de impressão tradicionais estão num estado de maturidade, o seu volume de vendas das impressoras 3D deverá crescer 10 vezes durante o período do estudo, e o valor do hardware vai mais do que duplicar no curto prazo”.

A rápida evolução da impressão 3D tem levado a que esteja a ser usada regularmente em aplicações de negócio as quais com benefícios nos custos e tempo de colocação no mercado. A impressão 3D está a encontrar aplicações além da área do fabrico e e da investigação e desenvolvimento: a indústria aeroespacial, automóvel, o sector da educação, da joalharia jóias, dos medicamentos e entretenimento, estão a dar-lhe utilidade.

Mas os fabricantes de impressoras tradicionais estão a vê-la cada vez mais como uma oportunidade. A HP está a preparar a sua entrada no mercado prevista para meados de 2014-.

E a Konica Minolta está prestes a assinar um acordo para distribuir nos Estados Unidos os equipamentos de um dos principais fabricantes de impressoras 3D. Há, entretanto, outros fabricantes de impressoras com a intenção de entrarem neste mercado lucrativo, durante os próximos tempos.




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