E.Ventures é aposta da Sonae no eCommerce

Trata-se de uma unidade de investimento de capital de risco do grupo para impulsionar empresas de comércio electrónico no retalho. À partida reserva um investimento de 500 mil euros por cada projecto.

A Sonae lançou a Sonae E.Ventures, uma iniciativa de investimento de capital de risco focada em empresas de comércio electrónico na área do retalho, em estado inicial de desenvolvimento. Os planos da unidade prevêem a realização de investimentos até 500 mil euros por projecto, mas abre a hipótese de empregar valores superiores, “dependendo dos méritos do mesmo”.

Assim, está à procura de “parcerias nas quais o empreendedor lidere a empresa e mantenha a maioria do capital no seu negócio, aproveitando as competências chave e os ativos estratégicos da Sonae, assim como a sua rede de relações” – explica um comunicado.

A equipa da iniciativa é dirigida por Eduardo Piedade, que responde ao líder de projecto, e Chief Corporate Centre Officer da Sonae, Luís Reis. “Além de apoio financeiro, vamos colocar à disposição as nossas competências e conhecimentos, de forma a explorar novas fronteiras e desenvolver negócios geradores de valor”, explica o director.

A Sonae E.Ventures pretende apoiar empreendedores e investir em negócios de comércio electrónico “com capacidade disruptiva e potencial de internacionalização”. Como sectores preferenciais aponta o da alimentação, artigos de casa, artigos desportivos, bricolage, computadores e electrónica, decoração, moda, acessórios e calçado, saúde e beleza, outros bens de retalho especializado, entre outros.

“Adicionalmente, podem ser realizados investimentos em empresas complementares ao comércio electrónico, capazes de acrescentar valor a empresas online, em áreas como marketing digital, conteúdos, redes sociais e outros”, acrescenta um comunicado.

O processo de selecção decorre em sete passos, sendo que a primeira resposta às candidaturas é dada no espaço de apenas três a quatro semanas, promete a organização. “A análise aos investimentos tem em conta a fase da empresa, a atractividade do sector, o perfil internacional, o modelo de negócio, a equipa de gestão, o montante de investimento e o retorno potencial”, avança o comunicado.




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