Lisbon Challenge já tem finalistas

No dia 7 de Novembro, 25 startups vão apresentar argumentos para serem financiadas, concorrendo também a prémios cujo valor total ascende a 150 mil euros.

De quase 500 candidaturas recebidas, o júri do Lisbon Challenge escolheu já as 25 startups finalistas do Lisbon Challenge:  Babelverse, Boonzi, Cell2B, Eventyard, Glean, Gudgo, InPeople Limetree, Lutebox, Monitor Backlinks, MyChild, MyGon, Omnipaste, Orankl, Parcelmix, Pictastik, Splinter.me, Startup Dashboard, Stuffle, Tuizzi, Vertequip, Vitalidi, WannaPlayer, Whale e YDreamsRobotics.

Representantes das mesmas vão apresentar no Central Station (Cais Sodré) os seus projectos a investidores de todo o mundo no primeiro Investors Day – a decorrer em paralelo com o Explorers Festival, no próximo dia 7 de Novembro. Serão avaliados por um painel de jurados composto por especialistas internacionais como Gerald Heydenreich (CEO da OmnisMundi), Bjoern Lasse Herrmann (CEO da Startup Compass), ou Rui Pereira (Co-fundador da Outsystems), revela um comunicado da Beta-i, organizadora do evento.

Presentes deverão estar também investidores globais como a Index Ventures, 500 Startups, Martim Cabiedes, EC1Capital, ou DFJesprit, Blumberg Capital, Caixa Capital , ES Capital, Portugal Ventures, entre outros.  Das 25 finalistas, apenas 10 startups serão seleccionadas para apresentar os seus projectos a investidores em Londres, Nova Iorque e São Paulo.

Além desta oportunidade, há uma série de prémios em jogo: no total, são 150 mil euros em dinheiro, cerca de três milhões de euros em produtos e serviços e até espaços de escritório gratuitos em Lisboa, gratuitos durante 30 anos, disponibilizados pela Câmara Municipal de Lisboa.

O Lisbon Challenge recebeu quase 500 candidaturas, das quais 40% internacionais, diz a Beta-i. “O sucesso que este programa teve é o reflexo da projecção que Lisboa já tem enquanto local com boas condições para atrair e lançar negócios globais, devido à sua infra-estrutura, acesso a talento de topo e a grandes mercados como o Europeu, EUA e CPLP”, sublinha o presidente da associação, Pedro Rocha Vieira.




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