Masterlink mudou de estratégia

Após 14 anos dedicada ao sector público, a empresa expandiu-se para o privado. Ao mesmo tempo está a criar um canal de parceiros procurando abordar todos territórios de expressão portuguesa.

A Masterlink decidiu abrir a sua plataforma de desenvolvimento Master Web-Evolution (MWE), ao sector privado, anunciou em comunicado. A tecnológica, há 14 anos focada no sector público, mudou de estratégia e tomou a decisão de licenciar a solução e criar uma rede de parceiros e distribuidores certificados.

A organização focada no desenvolvimento de soluções tecnológicas de base Web, pretende fornecer a sua suite a quaisquer empresas privadas inseridas nos mercados de língua oficial portuguesa. De acordo com um comunicado, a plataforma de desenvolvimento, suporta soluções concebidas em organismos como a direcção-geral da saúde, inspecção-geral de finanças, direcção-geral do emprego e das relações de trabalho, direcção-geral de energia e geologia e direcção-geral do consumidor, entre muitas outras entidades.

A evolução para o sector privado tem dado os primeiros passos nos últimos meses. “Tínhamos de verificar se a solução criada a pensar nas necessidades do sector público correspondia às exigências próprias do sector privado”, afirma Daniel Gomes fundador e sócio gestor da Masterlink.

Assim, a plataforma foi instalada em referências de mercado, como a Refrige, Secil, Banco Popular ou Groupm, onde tem superado as expectativas. “Evoluímos muito no sector público, um sector que tecnologicamente não está atrás do privado e onde a plataforma gere com sucesso muitos milhares de processos críticos, por isso  não ficámos surpreendidos com o desempenho da plataforma nestas primeiras empresas. Estamos confiantes e preparados para abrir a solução a todo o sector privado e olhar para o negócio à escala internacional”, considera o responsável.

A apresentação da solução ao mercado está marcada para o final de Outubro e deverá assentar na edição oficial da versão 8.5 da MWE. É primeira versão em que toda a suite adopta o mesmo aspecto gráfico e forma de funcionar. Constitui também aquela na qual todos os componentes estão optimizados para os mercados de língua oficial portuguesa.

“O objectivo foi aliar uma ferramenta poderosa a um ambiente de utilização simples e intuitivo, atributos fundamentais quando se pensa não só no mercado nacional mas também em mercados internacionais onde ainda subsistem carências de formação na área tecnológica”, explica Daniel Gomes.




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