Carnegie Mellon lidera projecto de segurança automatizada

A universidade com a qual Portugal tem uma parceria, obteve já 23,2 milhões de dólares em financiamento para um projecto em que participa o Army Research Laboratory, e outras instituições académicas.

A Universidade Carnegie Mellon (CMU) e o Army Research Laboratory vão congregar esforços, com uma série de universidades para melhor automatizar decisões de cibersegurança. O projecto de cinco anos já atraiu 23,2 milhões de dólares em financiamento para o CyLab, laboratório de segurança de sistemas de informação da CMU.

Além disso, a iniciativa pode ainda receber um investimento alargado de 48,2 milhões de dólares, para um plano de trabalho a mais de dez anos. Portugal tem acordos de colaboração com a Universidade Carnegie Mellon há alguns anos.

O grupo de instituições envolvidas no novo projecto inclui a Universidade Estadual da Pennsylvania, a Universidade da California (Davis e Riverside), e a Universidade de Indiana.
O objectivo da investigação será desenvolver tecnologia capaz de permitir a sistemas de computadores realizarem acções autónomas em resposta a ataques, sem intervenção humana. Trata-se de conseguir  aumentar a automação, em grande parte, através do desenvolvimento de modelos de comportamentos humanos associados a utilizadores, agentes protectores e atacantes.

O investigador da CMU e director do CyLab, Lorrie Cranor , CyLab Usable Privacy and Security Laboratory disse num comunicado que os investigadores vão focar a sua actividade nas actividades psicossociais. ” Um dos aspectos mais salientes da investigação proposta é a percepção de que os seres humanos são essenciais à manutenção da cibersegurança e às falhas de segurança. Os seus comportamentos e influências cognitivas e psicológicas têm de ser vistas de forma integrada, tanto quanto qualquer outro componente do sistema que se pretende proteger”.

(Bob Brown , Network World )




Deixe um comentário

O seu email não será publicado