Browsers da Google suplantam Firefox

A navegação na Internet com dispositivos móveis continuou a aumentar, quebrando um máximo atingido há seis meses.

A Net Apllications revelou que perto de 13,4% de todos os utilizadores acederam à Internet durante o mês de Agosto a partir de um smartphone ou de um tablet. Foi suplantado um máximo com seis meses.

Em detrimento daquela realizada em computadores pessoais, a tendência para a navegação na Internet por dispositivos móveis continuou a registar ganhos no mês passado. A evolução coloca a Google em segundo lugar atrás da Microsoft, como o fabricante de browsers com o maior presença, segundo a Net Applications.

De acordo com a Net Applications, a maioria dos utilizadores online – 85,8% – usou um browser instalado em desktop. O aumento da navegação móvel impulsionou a presença da Google, tendo esta suplantado a Mozilla, como segundo maior fabricante de browsers combinando as suas quotas no universo móvel e fixo.

Parte do total – 17,5% – foi obtida com base nos ganhos na mobilidade gerados pelos browsers Android e Chrome. Em contraste, a quota da utilização do Chrome em desktops caiu mais de 1,7% para 16%, durante em Agosto.

A Apple foi outro fabricante de browsers que mais beneficiou com a evolução na mobilidade, com uma participação de 12,2% – dos quais cerca de dois terços vieram do Safari no iOS, o sistema operativo móvel que suporta todos os iPhones , iPads e iPod Touches.

O Internet Explorer da Microsoft (IE) e o Firefox, da Mozilla, continuam a ser os dois browsers cujas acções foram mais duramente atingidas pela mudança para a mobilidade. A Microsoft continua a lutar para obter ganhos globais em smartphones e tablets, e a Mozilla só recentemente começou a explorar o mercado da telefonia móvel com o seu Firefox OS.

O IE continuou a dominar nos desktops, com uma quota de 57,6%. Mas o seu fraco progresso na mobilidade reduziu a sua participação combinada para 49,6%. Mesmo assim aumentou ligeiramente desde Março devido a um ressurgimento do IE nos PC, onde o browsers voltou a ter níveis registados pela última vez em Abril de 2011.

(Gregg Keizer, Computerworld)




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