Saphety cresceu 6% em 2012

Tecnológica do grupo Sonaecom está a alargar a presença internacional ao Brasil e Colômbia, com investimento superior a um milhão de euros.

A Saphety anunciou ter fechado o ano de 2012 com um volume de negócios de 7,1 milhões de euros, um crescimento de 6% face ao ano anterior. Em comunicado, a empresa revelou também estar a alargar a sua presença ao Brasil e à Colômbia, num investimento superior a um milhão de euros.

Rui Fontoura, CEO da Saphety, considera que “2012 foi um ano desafiante no mercado português e internacional pelo contexto adverso mas, sobretudo, em que criámos bases sólidas para um 2013 em franca expansão, com o lançamento no primeiro semestre de duas operações diretas na América do Sul”.

A empresa do grupo Sonaecom obteve receitas de 6,1 milhões de euros (aumento de 13,5% face a 2011) e um EBIDTA de 1,2 milhões de euros, mais 19% relativamente ao período homólogo.

A facturação electrónica (solução SaphetyDoc) “representou a maior fatia do volume de negócios” (49%, um crescimento de 8% relativamente ao ano anterior).

A contratação pública electrónica aumentou o volume de negócios em 10%, para representar 20% do total de vendas.

As compras electrónicas sofreram uma “ligeira quebra” mas ainda são responsáveis por 25% do negócio da Saphety. As soluções de sincronização de dados e outros serviços representaram 8,3% do negócio.

Já os mercados externos, com destaque para o Norte da Europa e para a solução SaphetySync, ultrapassaram os 10% nas vendas totais. Neste caso, e durante o primeiro semestre do ano, a Saphety vai abrir escritórios no Brasil e na Colômbia, num investimento superior a um milhão de euros.

“Queremos manter um crescimento sustentável em Portugal continuando a apostar na generalização da fatura eletrónica e nos novos enquadramentos legais de desmaterialização de documentos eletrónicos”, aponta Rui Fontoura. “No mercado internacional, vamos após dois anos de experiência acumulada, abrir escritórios locais que pretendemos replicar, se possível, noutras geografias e continuar a investir indiretamente num conjunto alargado de mercados”.




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