Portugal mantém posição em classificação mundial de TIC

Entre 144, a economia do país manteve-se em 33º lugar na capacidade de usar as TIC para o crescimento e bem-estar, de acordo com um relatório do Fórum Económico Mundial.

Com 4,67 pontos numa avaliação internacional, a economia portuguesa mantém o 33º lugar- face a 2012 – quanto às suas capacidades de usar as TIC para impulsionar o crescimento e promover o bem-estar da população. A classificação foi feita por especialistas do Forum Económico Mundial e da Insead, depois de analisados 144 ambientes económicos, para a 12ª edição do Relatório Global sobre a Tecnologia da Informação.

Contudo apesar dos esforços da última década para melhorar as nas economias em desenvolvimento, ainda existe uma clivagem entre grupos de países, quanto à forma como usam as TIC para a competitividade e bem-estar. A lista tem nos primeiros lugares a Finlândia (1º), Singapura (2º) e a Suécia (3º), a Holanda (4º), a Noruega (5º),  a Suíça (6º), o Reino Unido (7º), a  Dinamarca (8º), os Estados Unidos (9º), Taiwan e a China (10º).

Na América Latina, o Chile é país mais bem colocado,  subiu cinco posições ultrapassando Portugal e ocupando agora o 34º lugar. O Brasil e o México também subiram para 60º e 63º, respectivamente. “Apesar dessas melhorias, muitos países da  América latina enfrentam ainda importantes desafios nos seus  ecossistemas digitais e de inovação, que terão de ser respondidos para garantir ganhos de produtividade sustentados e crescimento futuro”, diz um comunicado da organização mundial.

A região da África subsariana continua a fazer esforços significativos para a construção de sua infra-estrutura de TIC. Há melhorias importantes no desenvolvimento de sua infra-estrutura de banda larga e na expansão da sua cobertura de rede móvel, segundo a organização.

A utilização das TIC, embora ainda muito baixa, cresceu ligeiramente havendo sobretudo um aumento no número de utilizadores. O compromisso continuado de alguns governos da região para ampliar o número de serviços on-line disponíveis, é visto como um indicador positivo.

Contudo persiste um fosso digital acentuado entre economias mais e menos avançadas em termos de impactos económicos e sociais Como resultado, apenas dois países as Maurícias (55ª) e África do Sul (70ª) – são posicionados na metade superior do ranking, enquanto nove dos últimos são da região subsariana.




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