China quer sistema operativo normalizado para o país

Entidades chinesas vão adoptar a arquitectura open source do sistema operativo Ubuntu da Canonical, com a empresa a instalar um laboratório com entidades chinesas.

A China escolheu o sistema operativo Ubuntu da Canonical, de tecnologia Linux, como arquitectura de referência para estabelecer um sistema operativo normalizado para o país. O sistema deverá equipar PC, servidores, tablets e smartphones.

O projecto vai resultar numa nova versão do Ubuntu, concebida especificamente para o mercado chinês, disse a Canonical, num comunicado na última quinta-feira. A empresa do Reino Unido, o China Software and Integrated Chip Promotions Centre (CSIP) e da Universidade Nacional de Tecnologia de Defesa do país, formaram um laboratório em Pequim para o projecto.

A parceria é a mais recente tentativa da China para desenvolver um sistema operativo de fabrico nacional num mercado dominado pelo Microsoft Windows. O CSIP é uma instituição do Ministério da Indústria e da Tecnologia da Informação, e promove activamente a utilização de sistemas baseados em Linux.

O Windows tem actualmente uma quota de 95 % mercado de sistemas operativos entre os utilizadores de Internet chineses, de acordo com o site de análises CNZZ.com. Os sistemas baseados Linux têm uma participação percentual abaixo de 1%.

O objectivo do mais recente esforço é impulsionar a adopção alargada de um sistema operativo aberto, disse a Canonical na quinta-feira. A nova versão localizada para chinês deverá chamar-se Ubuntu Kylin e será lançada já em Abril, juntamente com o mais recente lançamento global da edição 13.04 do Ubuntu OS.




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