GMV e REN no projecto ISSWIND

Um consórcio onde participam as duas empresas foi escolhido para desenvolver uma prova de conceito sobre serviços de suporte à indústria da energia eólica

Um grupo de empresas liderado pela GMV, e no qual participa a REN vai desenvolver o projecto ISSWIND, uma prova de conceito sobre
serviços de apoio ao sector da energia eólica, para a Agência Espacial Europeia. Os parceiros do consórcio incluem ainda a BMT ARGOSS, REN e a Carbon Trust.

O ISSWIND responde à necessidade da Agência Espacial Europeia de investigar todas as formas possíveis da informação obtida por satélites, seus derivados ou produtos de suporte e serviços, contribuir para reduzir o custo por megawatt (MW), de energia produzido, pela aplicação dos produtos e serviços em todo o ciclo de vida completo de um parque eólico – explica um comunicado. A expectativa, acrescenta o mesmo, é de que o ISSWIND forneça previsões e informações de valor acrescentado de apoio à decisão para os diferentes tipos de intervenientes no contexto eólico, como fabricantes industriais, operadores de redes de transporte (TSO), operadores de redes de distribuição (DSO), operadores de mercado, órgãos reguladores e entidades financeiras.

A missão do projecto é analisar o potencial de soluções integradas (espaço e terrestre) e serviços associados para apoiar a comunidade de energia eólica nas tarefas de planeamento, operação e manutenção de parques eólicos de energia, tanto on-shore como off-shore. O programa aborda um dos principais objectivos estratégicos à escala europeia: até 2020, ter 20% de energia da UE proveniente de fontes renováveis.

De acordo com a GMV, a solução integrada ISSWIND combinará várias tecnologias por satélite: telecomunicações, observação da Terra e navegação por satélite.  No campo da meteorologia, a navegação por satélite está a emergir como uma fonte adicional de observação do estado da atmosfera.

A determinação precisa do atraso troposférico no sinal GNSS (seja GPS, Galileo, etc.) permite a criação de modelos atmosféricos das vizinhanças dos parques eólicos, explica um comunicado da empresa.




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