Cinco ideias sobre governação de SaaS

A utilização do Software como um Serviço (SaaS) é uma realidade para empresas de todas as formas e tamanhos, e existem já várias ideias sobre a gestão do portefólio de aplicações usadas.

Ter de lidar com a utilização de aplicações em modelo de software como um serviço ou SaaS (Software as a Service) é uma realidade cada vez mais incontornável, para os departamentos de TI de várias dimensões. Há cinco ideias principais a reter por parte dos profissionais de TI na gestão e governação do portefólio de aplicações em utilização na empresa:

1 – O modelo SaaS não vai desaparecer tão cedo. A utilização de software como um serviço (SaaS) já passou a fase propagandística da curiosidade. Muitas empresas estão a usar várias, ou mesmo dezenas, de aplicações em cloud computing para desenvolver os seus processos de negócio.

O desafio do departamento de TI passa agora por descobrir como governar os portefólios de aplicações com o mesmo rigor e atenção concedidos ao software instalado localmente.

2 – Há “sempre” uma aplicação para gerir “qualquer” coisa. Os fornecedores de software estão a disponibilizar cada vez mais produtos especializados em modelo SaaS para ajudar os CIO a cuidarem das aplicações em cloud computing. A Octa, por exemplo, é uma startup que disponibiliza uma plataforma de gestão de identidades em cloud computing, capaz de permitir aos utilizadores autenticarem-se num só sítio e de forma transversal, para usar as aplicações.

A organização concorre com fornecedores como a Ping Identity e a CA Technologies. “A grande oportunidade que notei no mercado é que todas os fornecedores estavam a tentar vender directamente ao utilizador empresarial “, diz o CEO da startup, Todd Okta McKinnon.

“Para mim, a determinada altura o CIO iria ser chamadoa adoptar e gerir todas essas coisas”, explica.

3 – São mais do que apenas ferramentas. A governação das aplicações SaaS envolve muito mais do que uma aplicação de gestão nova e brilhante, diz o analista R “Ray” Wang, CEO da Constellation Research.

“O que muitas vezes falta é a concepção de cenários e casos de utilização para as funções do utilizador “, observa. “É necessário realmente entender como a informação é acedida e, depois, trabalhar com base nisso”.

4 – Os empregados vão agradecer. A Genomic Health desenvolve testes de diagnóstico de câncro, e adoptou de forma agressiva aplicações em cloud computing: cerca de 24 até à data. Além disso, está a migrar o seu negócio para um suporte de ERP baseado em cloud computing, o ByDesign da SAP, revela Ken Stineman, director sénior de arquitectura corporativa e segurança.

5 – Não há como voltar atrás. Durante muito tempo, os CIO tinham uma noção concreta sobre as fronteiras do seu ambiente de TI, que normalmente envolvia um centro de dados seguro e ou ligações  VPN. O advento da cloud computing alargou o perímetro de segurança de TI das empresas.

Os fornecedores de SaaS, em geral, têm mais trabalho a desenvolver em áreas como a cifragem de dados, diz Stineman.




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