Forrester “gosta” do desenvolvimento Agile

A consultora considera que o método de desenvolvimento de aplicações é particularmente necessária no ambiente actual de produção de aplicações.

O desenvolvimento Agile é uma óptima maneira de abordar a inovação na “diferenciação” de aplicações, de acordo com o analista e vice presidente da Forrester Research, Diego Lo Giudice. O Agile funciona estruturando problemas maiores em menores, facilitando  a gestão e monitorização do processo de desenvolvimento.

“Com o Agile, 46% das pessoas descobriram que a qualidade melhora, e 43% identificaram mais oportunidades de correcção a meio dos projectos “, diz analista. O desenvolvimento Agile transforma projectos, grandes e monolíticos em vários lançamentos, pequenos incrementos, com menos recursos e resultando numa qualidade potencialmente superior.

“Favorece uma disponibilização mais rápida, concretizando ‘as coisas certas’”, considera Giudice. Outras vantagens destacadas pelo analista incluem o “feedback” contínuo do negócio, as iterações curtas, o maior enfoque em produtos minimamente viáveis.

Também favorece o funcionamento de equipas com funções cruzadas e a automatização de desenvolvimentos centrais e de etapas de disponibilização. Embora a adopção do Agile está de “boa saúde”, disse Giudice a questões de expansão de capacidade são outra história.

“Para dimensionar a adopção do Agile para níveis corporativos, é necessário ter um programa de transformação bem concertado, baseada em desenvolvimento Lean “, defende. Num inquérito a 2005 profissionais de TI, de organizações com o método implantando ou em implantação, 27% disse que a adopção estava madura  e disseminada  por toda a empresa. E cerca de 25% revelaram que estava madura, mas acontecera em silos.

Perto de 19% sentem que estão a meio do processo de adopção, e 24% admite ter apenas iniciado. De acordo com Giudice a disponibilização acelerada rompe com as abordagens de teste tradicionais.

“Testar num ambiente acelerado sem afectar o desempenho da equipa de Agile não é fácil”, considera. É necessário decidir sobre a opção entre grandes equipas centralizadas de teste centralizada, ou a adopção de técnicos de teste incorporados.

Outras decisões incluem usar gestores de teste ou líderes de testes, técnicos ou agentes de mudança. “A automação de GUI não é suficiente.  Ela é necessária em muito mais aspectos e feito de uma forma mais inteligente”, disse Giudice.

Novas práticas e modernas, como as Test Driven Development (TDD) face a realização de testes também devem ser considerados. “A realização de testes iterativos incrementa os desafios em ambientes  complexos “não funcionais” de produção”, alerta Giudice.

“Conforme a automatização do Agile aumenta, também incrementa a automatização dos processos de testes”. Com o Agile, a realização automática de testes torna-se uma tarefa de desenvolvimento de software.

“A realização de testes concretiza ou quebra a adopção do Agile”. Algumas das tendências identificadas por Giudice envolvem a gestão de ciclos de vida da aplicações é a mudança para uo suporte de equipas de desenvolvimento menores , com três a dez pessoas, a adopção de políticas de produto mínimo viável (Minimal Viable Product), lançamentos frequentes, e de testes iniciais de qualidade .

“Esta é uma mudança de geração e é preciso as organizações agirem agora “, disse Giudice.




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