Fujitsu Portugal em “concurso interno”

A subsidiária está a ser equacionada para gerir processos internos da empresa multinacional num centro de prestação de serviços que pode ser instalado em Portugal. A nova estrutura representará a criação de 300 a 350 postos de trabalho.

A Fujitsu Portugal está a procurar trazer para o país um novo centro de prestação de serviços partilhados para a empresa multinacional, revelou o director-geral da organização portuguesa, Carlos Barros na 4ª conferência Portugal Outsourcing. Segundo o responsável, o o principal concorrente interno será a subsidiária polaca.

A proposta desta estrutura será forte, sugeriu o executivo, ao explicar que normalmente o governo polaco apoia estas iniciativas cedendo um edifício público, facilitando assim a instalação daquele tipo de centros. Em Junho passado, Rolf Schwirz, presidente executivo da Fujitsu, em visita à subsidiária portuguesa revelou ao Diário Económico haver conversações entre a empresa e o governo português. Mas Carlos Barros não revelou mais pormenores sobre este aspecto, apenas que aguarda uma decisão da administração europeia do fabricante.

A ser constituído o centro terá uma estrutura de recursos humanos com 300 a 350 postos de trabalho, explicou na conferência. Prestará serviços internos de gestão de processos de marketing, de recursos humanos, de finança para 27 subsidiárias. Não é certo que seja instalado em Lisboa, podendo ficar no Porto.

Os potenciais trabalhadores deste centro terão de falar duas ou três línguas fluentemente, obrigatoriamente inglês e alemão, segundo Carlos Barros.




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