Capacidade analítica entre principais factores de valor

A gestão de risco constituirá o investimento tecnológico mais importante, para a maioria dos analistas financeiros de seguradoras inquiridos num estudo da Institutional Investor Research Group.

A capacidade de análise de dados será um dos principais factores de agregação de valor nas companhias seguradoras dizem perto de 86% dos 68 analistas financeiros de seguradoras inquiridos num estudo. Encomendado pela Accenture à Institutional Investor Research Group, o trabalho abrangeu companhias de 16 países.

Os dois elementos mais influentes serão a estratégia de preços (citado por 95% dos inquiridos) e a “qualidade de serviço” (94%). Além destes mais de dois terços (67%) dos analistas acredita que a gestão dos riscos cobertos constituirá o investimento tecnológico  mais importante para optimizar o desempenho das organizações do sector.

“Para responder às mudanças do mercado e atingir um crescimento orgânico será essencial ter dados, analítica avançada e modelos preditivos”, disse Thomas Meyer, director da Accenture, para o sector de seguros na Europa, África e América Latina. “Esses recursos permitem às seguradoras compreender e segmentar o seu mercado e ajustar continuamente os seus modelos de negócio e de exploração para fornecer a cada segmento de mercado os produtos mais adequados a um preço justo e por meio de canais de distribuição adequados”.

“Além disso, dado que a actividade de seguros ser baseado no risco será impossível alcançar um crescimento rentável sem sistemas eficientes gestão de riscos. Se adaptarem a gestão de riscos à sua estratégia global e a integrarem nos seus processos de negócio, as seguradoras poderão melhorar o seu desempenho operacional, minimizar os custos de clientes e oferecer um serviço de qualidade para garantir um tratamento equitativo de todos os segurados ” .

Finalmente, o estudo aponta que os problemas ambientais e desastres naturais constituirão o desafio mais importante para as seguradoras de propriedade, e de acidentes (citado por 58% dos entrevistados), enquanto os novos regulamentos e reformas legislativas, são considerados a principal ameaça para as empresas de seguro de vida (83%).

O inquérito foi realizado entre Março e Abril de 2012, envolvendo 15 analistas americanos, 13 no Reino Unido, oito no Canadá, sete do Japão, três da França, da Alemanha, de Itália, da Holanda, de Hong Kong e da Coreia do Sul, dois da Noruega e um da Áustria, da Suíça, da Polónia, do Brasil e da África do Sul.




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