Aplicações promovem emprego em Espanha

Oito em cada dez empresas espanholas produtoras de aplicações têm contratado novos funcionários e tencionam fazê-lo em 2013. A mesma percentagem afirma ter crescido em ritmo acelerado no presente exercício fiscal.

As empresas espanholas produtoras de aplicações de mobilidade terão encontrado um nicho de mercado importante, e como tal, uma oportunidade de crescimento económico. Isso resultou no aumento da contratação de profissionais de  desenvolvimento de aplicações para smartphones e tablets.
Em Espanha, existem 15 milhões de dispositivos para os quais terão sido descarregadas mais de 1,4 milhões de aplicações diariamente. Assim, não é surpreendente que oito em cada dez empresas espanholas envolvidas na concepção e desenvolvimento de aplicações em nosso país façam novas contratações: com maior rigor são 84%.
Além disso, a maioria – 86% – prevê ainda também criar postos de trabalho em Espanha durante 2013. São dados de um estudo do The App Date, evento de referência sobre as aplicações abrangendo os mercados de Espanha e América Latina.
O mesmo trabalho sustenta que apenas 16% dessas empresas não contrataram novos funcionários este ano. E só 14% excluem a hipótese de o fazer em 2013. Em contraste, a maioria das empresas, 88% reconhecem ter crescido nos negócios e em número de recursos humanos nos últimos sete meses.
Em Espanha, o sector empresarial é maioritariamente composto por PME que servem outras. O formato das aplicações e o facto de as vendas serem feita em mercados de carácter mais internacional – como a loja da Apple ou o Google Play – ajudam as empresas a levar as suas criações além fronteiras .
Perto de 70% das empresas espanholas reconhece trabalhar para os mercados nacionais e internacionais. Apesar de crescer e gerar novos postos de trabalho, as empresas que participaram no estudo apontam para alguma dificuldade em encontrar profissionais treinados no mundo das aplicações.
Referem-se não só a programadores, como também a profissionais de outras áreas com experiência nestas novas tecnologias. Segundo os gestores de recursos humanos de 76% das organizações, estas tiveram dificuldades para encontrar os profissionais pretendidos.
Em média, a maioria das empresas demorou menos de um mês para preencher as vagas de postos de trabalho (42%). Perto de  de 34% tiveram entre um mês e dois, enquanto 23,2% não conseguiu preencher os cargos, ou então demorou mais de três meses a fazê-lo.




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