41% das empresas pretendem manter investimento em TI

Cerca de 16% manifestaram mesmo a intenção de aumentar os seus investimentos, num estudo da Primavera e da IDC. As mais optimistas contam-se nos sectores dos gabinetes de contabilidade e dos serviços.

Perto de 41% das empresas portuguesas, consultadas para o estudo “Retrato do Tecido Empresarial Português” da Primavera BSS  e da IDC, pretendem manter o seu investimento de TI durante 2012. Dos 1.150 decisores de organizações inquiridos 16% pretendem mesmo aumentar o seu investimento.
Entre essas empresas, são muito frequentes os gabinetes de contabilidade e organizações centradas na prestação de serviços: nessas áreas, 25% pretende incrementar o referido investimento. Em sentido contrário, destaca-se o sector da construção: perto de 50% manifesta tendência para desinvestir em tecnologia.
De acordo com outras conclusões, o estudo permite ainda verificar um incremento nos níveis de utilização de software de gestão empresarial (SGE), principalmente no segmento de empresas com menos de 5 funcionários. “Genericamente, e em função do actual contexto económico, os níveis de satisfação dos clientes com o seu software de gestão decresceram significativamente face a 2009, no entanto em termos médios 78% do software de gestão empresarial em utilização corresponde ou supera as expectativas”, diz  o relatório do estudo.
O trabalho revela ainda que 26,4% das empresas do mercado nacional apontam a expansão da sua actividade para novas geografias como uma medida para contornar a crise. Os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) são os mercados internacionais de eleição em 2012. Perto de 13,2% das empresas pretendem iniciar o seu processo de internacionalização para estes países ainda este ano.
“Este estudo vem confirmar que a maioria dos gestores nacionais já encara as tecnologias de informação como uma mais-valia para o negócio”, diz José Dionísio, co-CEO da Primavera BSS. “A PRIMAVERA, pelo seu posicionamento, pode ajudar as empresas portuguesas a tornarem o seu negócio mais competitivo, quer no mercado nacional quer no internacional, pela experiência que possui em projectos de internacionalização”.
O trabalho foi realizado nos sectores da indústria, construção, distribuição e retalho, HORECA (Hotelaria, Restauração e Catering), serviços e outros. Desenvolveu-se  de Fevereiro a Março de 2012, através de inquéritos online apoiados por entrevistas telefónicas.




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