Poucos jovens tomam medidas contra radiações de telemóvel

A grande maioria dos jovens portugueses não toma precauções para precaver efeitos da utilização do telemóvel, segundo resultados de um estudo do IST. Um dado grave considerando outro trabalho da Ericsson.

Mais de 50% dos jovens portugueses indicam preocupar-se com os possíveis efeitos das radiações electromagnéticas, sugere um estudo do Instituto Superior Técnico (IST) e do Instituto de Telecomunicações (IT). Desses, apenas 19,4% tomam medidas para se protegerem, segundo os resultados do trabalho, “Telemóveis e os jovens: utilizações e preocupações”, realizado no âmbito do projecto monIT.
Dos resultados aferidos, destaca-se que o telemóvel é quase omnipresente na vida dos jovens (menos de 0.5% indicaram não ter telemóvel), e muitos jovens têm mais de um dispositivo. A grande maioria teve o telemóvel aos 10 anos (entrada no 2º ciclo do ensino básico), segundo o estudo.
O telemóvel assume cada vez o seu papel de ferramenta social como sugere um estudo do ConsumerLab, da Ericsson. O trabalho revela que o uso frequente de mensagens de texto e do Facebook alterou as dinâmicas de encontro entre jovens. As mudanças mais significativas podem ser verificadas no processo de conquista, no qual o objectivo é convidar a outra pessoa para um encontro. No entanto, os jovens continuam a encontrar potenciais namorados cara-a-cara.
“Os comportamentos são dinâmicos, e mudam consoante as fases da vida das pessoas. Os teenagers começam a usar ferramentas de comunicação da mesma forma que os adultos o fazem à medida que vão avançando na vida. Vão continuar a usar as “suas” ferramentas, tais como as mensagens escritas, o Facebook e o chat de vídeo mas, ainda assim, percebem a necessidade de utilizar as comunicações de voz e e-mail à medida que avançam na próxima fase das suas vidas,” afirma Ann-Charlotte Kornblad, conselheira sénior no Ericsson ConsumerLab.
O estudo português revela que a utilização do telemóvel para fazer chamadas é elevada entre os jovens portugueses. Fazem uma média de quase seis chamadas por dia e somam mais de 30 minutos de conversação nesse período. Mas o serviço mais usado é de SMS  com mais de 100 SMS enviadas por dia, em média.

A utilização aumenta com o número de telemóveis possuídos. Além o dados obtidos revelam que quanto mais cedo os indivíduos começam a usar o telemóvel, maior é a utilização. Verifica-se  também que as pessoas do sexo feminino realizam uma maior utilização do telemóvel, na realização de chamadas, com duração média diária cerca de 20% superior, aos indivíduos masculinos. No envio de SMS, a diferença dos dados entre géneros não chega a 1%.

Voz é para adultos

Escrever mensagens continua a ser a ferramenta de eleição dos jovens quando encontros pessoais não são opção, segundo o estudo da Ericsson. Trata-se de uma ferramenta que não interfere no curso das suas vidas, sustenta o ConsumerLab.  “Por outro lado, as chamadas de voz são consideradas pelos jovens como sendo mais adequadas para adultos”, diz  o comunicado da organização.
“O estudo mostra que o nível de obtenção de smartphones e telemóveis comuns é o mesmo para jovens de 17 anos, mas que os de 13 anos estão muito mais interessados em ter um smartphone, no caso de ainda não o terem”.
O estudo consistiu em cerca de 2,000 inquiridos e envolveu uma amostra representativa de 20 milhões de pessoas entre os 13 e 17 anos de idade, que representam os Estados Unidos na sua totalidade. No entanto, segundo a Ericsson, “o comportamento aferido é idêntico ao reportado em muitos outros países”. O ConsumerLab  fez ainda em 44 entrevistas qualitativas, no âmbito do projecto.
O estudo do monIT foi realizado sobre dados obtidos na sequência de 2471 inquéritos realizados em 40 Estabelecimentos de Ensino no Ano Lectivo 2010/2011.

Poucos jovens tomam medidas contra radiações de telemóvel
A grande maioria dos jovens portugueses não toma precauções para precaver efeitos da utilização do telemóvel, segundo resultados de um estudo do IST. Um dado grave considerando outro trablaho da Ericsson.
Mais de 50% dos jovens portugueses indicam preocupar-se com os possíveis efeitos das radiações electromagnéticas, sugere um estudo do Instituto Superior Técnico (IST) e do Instituto de Telecomunicações (IT). Desses, apenas 19,4% tomam medidas para se protegerem segundo os resultados do trabalho, “Telemóveis e os jovens: utilizações e preocupações”, realizado no âmbito do projecto monIT.
Dos resultados aferidos, destaca-se que o telemóvel é quase omnipresente na vida dos jovens (menos de 0.5% indicaram não ter telemóvel), e muitos jovens têm mais de um dispositivo. A grande maioria teve o telemóvel aos 10 anos (entrada no 2º ciclo do ensino básico), segundo o estudo.
O telemóvel assume cada vez o seu papel de ferramenta social como suger um estudo do ConsumerLab, da Ericsson. O trabalho revela que o uso frequente de mensagens de texto e do Facebook alterou as dinâmicas de encontro entre jovens. As mudanças mais significativas podem ser verificadas no processo de conquista, no qual o objectivo é convidar a outra pessoa para um encontro. No entanto, os jovens continuam a encontrar potenciais namorados cara-a-cara.
“Os comportamentos são dinâmicos, e mudam consoante as fases da vida das pessoas. Os teenagers começam a usar ferramentas de comunicação da mesma forma que os adultos o fazem à medida que vão avançando na vida. Vão continuar a usar as “suas” ferramentas, tais como as mensagens escritas, o Facebook e o chat de vídeo mas, ainda assim, percebem a necessidade de utilizar as comunicações de voz e e-mail à medida que avançam na próxima fase das suas vidas,” afirma Ann-Charlotte Kornblad, conselheira sénior no Ericsson ConsumerLab.
O estudo português revela que a utilização do telemóvel para fazer chamadas é elevada entre os jovens portugueses. Fazem uma média de quase seis chamadas por dia e somam mais de 30 minutos de conversação nesse período. Mas o serviço mais usado é de SMS  com mais de 100 SMS enviadas por dia, em média.
A utilização aumenta com o número de telemóveis possuídos. Além o dados obtidos revelam que quanto mais cedo os indivíduos começam a usar o telemóvel, maior é a utilização. Verifica-se  também que as pessoas do sexo feminino realiza uma maior utilização do telemóvel, na realização de chamadas, com duração média diária cerca de 20% superior, aos indivíduos masculinos. No envio de SMS, a diferença dos dados entre géneros não chega a 1%.
Escrever mensagens continua a ser a ferramenta de eleição dos jovens quando encontros pessoais não são opção, segundo o estudo da Ericsson. Trata-se de uma ferramenta que não interfere no curso das suas vidas, sustenta o ConsumerLab.  “Por outro lado, as chamadas de voz são consideradas pelos jovens como sendo mais adequadas para adultos”, diz  o comunicado da organização.
“O estudo mostra que o nível de obtenção de smartphones e telemóveis comuns é o mesmo para jovens de 17 anos, mas que os de 13 anos estão muito mais interessados em ter um smartphone, no caso de ainda não o terem”.
O estudo consistiu em cerca de 2,000 inquiridos e envolveu uma amostra representativa de 20 milhões de pessoas entre os 13 e 17 anos de idade, que representam os Estados Unidos na sua totalidade. No entanto, segundo a Ericsson, “o comportamento aferido é idêntico ao reportado em muitos outros países”. O ConsumerLab  fez ainda em 44 entrevistas qualitativas, no âmbito do projecto.
O estudo do monIT foi realizado sobre dados obtidos na sequência de 2471 inquéritos realizados em 40 Estabelecimentos de Ensino no Ano Lectivo 2010/2011.




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