IE 6 tem menos de 1% de quota em Portugal

A Microsoft anunciou que o Internet Explorer 6 está praticamente “extinto” na base instalada de PC em vários países.

É raro uma empresa comemorar o facto de um dos seus produtos deixar de ser usado, mas é o que a Microsoft está a fazer: citando dados da Net Applications, o director de marketing da Microsoft,  Roger Capriotti congratulou-se com o facto de o Internet Explorer ter menos de 1% de quota de mercado em vários países, incluindo Portugal.
Por isso, a empresa considera que o browser está praticamente extinto. Além disso, o fabricante tem outras razões para comemorar, com a recente  notícia de que os utilizadores do Windows XP  estão a migrar de forma mais rapidamente para o Windows 7.
O referido browser estará “extinto” nos Estados Unidos, na Áustria, na Polónia, na Suécia, na Dinamarca, na Finlândia, na Noruega, na República Checa, no México, na Ucrânia e nas Filipinas. “Esperamos que isto represente possibilidade de programadores e profissionais de TI poderem considerar o suporte para o IE6 como de baixa prioridade baixa, e deixem de gastar  tempo nisso”, afirmou o director de marketing.
Os dados não querem dizer que o IE 6 esteja “morto” em toda parte. Quase um em cada quatro PC chineses usaram o esse browser para aceder à Internet em Dezembro passado. Os mesmos representaram 58% de todas as cópias do software a serem executadas em todo o mundo, nesse mês.
XP domina China
A Net Applications revelou que, em Dezembro, o número de PC com Windows XP caiu 2,4%, tendo agora uma quota de mercado mundial de 46,5%. A longevidade da base instalada do  sistema operativo acaba por significar perda de receita para a Microsoft: com dez anos de idade, ainda tem perto de 50% de quota de mercado, um universo de utilizadores renitente em mudar para novos sistemas operativos.
Na China essa base instalada representa 70% dos computadores pessoais a funcionarem. E mesmo nos Estados Unidos esse todo é de 29,6% dos computadores, diz o directro de marketing da Net Applications, Vince Vizzaccaro.

IE 6 tem menos de 1% de quota em Portugal

A Microsoft anunciou que o Internet Explorer 6 está praticamente “extinto” na base instalada de PC em vários países.

É raro uma empresa comemorar o facto de uma dos seus produtos deixar de ser usado, mas é que a Microsoft fez: citando dados da Net Applications, o director de marketing da Microsoft, Roger Capriotti congratulou-se com o facto de o Internet Explorer ter menos de 1% de quota de mercado em vários países, incluindo Portugal.

Por isso, a empresa considera que o browser está praticamente extinto. Além disso, o fabricante tem outras razões para comemorar, com recente notícia de que os utilizadores do Windows XP estão a migrar de forma mais consistente para o Windows 7.

Além de Portugal, o referido browser estará “extinto” nos Estados Unidos, na Áustria, na Polónia, na Suécia, na Dinamarca, na Finlândia, na Noruega, na República Checa, no México, na Ucrânia e nas Filipinas.

“Esperamos que isto represente possibilidade de programadores e profissionais de TI poderá considerar o suporte para o IE6 como de baixa prioridade baixa, e deixem de gastar tempo nisso”, afirmou o director de marketing.

Os dados não querem dizer que o IE 6 está “morto” em toda parte. Quase um em cada quatro PC chineses usaram o IE6 para aceder à Internet em Dezembro passado. Os mesmos representaram 58% de todas as cópias de IE6 a serem executadas em todo o mundo, nesse mês.

XP domina China

A Net Applications revelou que, em Dezembro, o número de PC com Windows XP caiu 2,4%, tendo e agora tem uma quota de mercado mundial de 46,5%. A longevidade da base instalada do sistema operativo acaba por significar perda de receita para a Microsoft: com dez anos de idade, ainda tem perto de 50% de quota de mercado, um universo de utilizadores renitente em mudar para novos sistemas operativos.

Na China essa base instalada representa 70% dos computadores pessoais a funcionarem. E mesmo nos Estados Unidos esse universo é de 29,6% dos computadores, diz o directro de marketing da Net Applications, Vince Vizzaccaro.




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