Os 10 países com maior poder de compra online em 2015

Portugal na 46ª posição, deve baixar de 0,32% este ano para 0,12% em 2015.

China, Estados Unidos, Japão, Brasil, Alemanha, Rússia, França, Reino Unido, Coreia do Sul e México são os 10 países que até 2015 devem crescer nas vendas pela Internet, em termos de optimização do retorno de investimento (ROI) na tradução de páginas Web. Isto segundo o T-Index 2015, índice estatístico que indica a quota de mercado online de cada país associando a população na Internet ao PIB per capita estimado.
Segundo a projecção T-Index 2015, com uma quota de mercado de 18,8%, contra 11,5% em 2011, a China pode retirar o primeiro lugar aos Estados Unidos. Estes passariam de um poder de compra online de 24,4% em 2011 para 16,8% em 2015. O Japão permanece no terceiro posto, não obstante a variação negativa da quota de mercado relativamente a 2011, de 25,7%. Brasil, com uma variação da quota de mercado estimada em 43,3%, subirá ao quarto lugar [potenciando a língua portuguesa como a sexta com mais potencial para as vendas online], deixando atrás de si a Alemanha, com uma variação negativa relativamente a 2011 de 16,3%. A Rússia deve subir da oitava para a sexta posição com uma variação de mais 27,5%. A França desce um lugar, com uma variação negativa de 2,9%.
O Reino Unido passa do quinto para o oitavo lugar com uma variação de quota de mercado de 27% relativamente a 2011. A Coreia do Sul permanece estável no nono lugar, não obstante uma queda de 12%. A surpresa pode ser a entrada do México no top 10, ultrapassando a Itália que terá uma variação negativa da sua quota de mercado em 2015 de 43,4% relativamente a 2011. Entre os países emergentes de maior crescimento figuram a China (+63,4%), Brasil (+43,3%), Rússia (+27,5%), Índia (+26,6%), Indonésia (+20,8%) e a Turquia (+20%).
O cálculo da projecção supõe uma tendência de crescimento linear para todos os países. Se a China mantiver a taxa de crescimento que teve desde 2005 até 2009, pode efectivamente superar os Estados Unidos em 2015. No entanto, confrontando os dados de 2005 a 2009 com os dados dos últimos dois anos, a tendência da China parece sofrer um leve travão que pode influenciar a projecção para 2015. O T-Index 2012 determinará se esta tendência se confirma ou não.
(Computerworld.es)




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