Schneider-Electric acredita na resistência do seu negócio de TI

A unidade de negócio ITB – Information Technology Business – da Schneider Electric Portugal apresentou hoje o seu centro de demonstração de soluções para centros de dados.

“A área de TI será das mais resistentes à conjuntura adversa dos próximos tempos, por ser fundamental no controlo de custos”, considera o director-geral da Schneider-Electric para Portugal, David Claudino. A empresa apresentou hoje à imprensa o seu novo centro de demonstração de equipamento específico para centros de dados. As necessidades das empresas nesta área constituirão uma área de principal enfoque, enquadrada na geral estratégia da organização centrada na “gestão da energia“.

O objectivo do espaço e da infra-estrutura montada na sede do fabricante é demonstrar um modelo de centro de dados, modular e com capacidade de expansão, focado precisamente na eficiência energética. Esta é  uma das tendências a marcar a evolução do mercado, segundo a vice-presidente da empresa, Maria de Lurdes Carvalho,  a liderar a unidade de ITB – Information Technology Business. Outros factores e tendências referidas pela responsável incluem a cada vez maior digitalização das empresas, e o receio de descontinuidade de serviço, especialmente nas “novas economias”.

De acordo com a responsável,  a empresa está a procurar explorar os mercados africanos, especialmente o angolano, através de parceiros. “Onde os nossos parceiros fizerem negócio nós temos de os apoiar”, reforça.

Na montagem do centro foram usadas ferramentas automatizadas, tais como o InfraStruXure Designer e as APC TradeOff Tools, segundo o fabricante  tanto no estabelecimento dos requisitos do sistema, como nas principais decisões tomadas aquando a concepção. A infra-estrutura física (energia, refrigeração, racks e segurança) foi construída e suportada no sistema InfraStruxure da Schneider Electric (com UPS Symmetra PX e dispositivos de arrefecimento InRow).
A transversalidade do grupo Schneider Electric permitiu a criação de uma solução integrada, servindo um propósito específico do fabricante: posicionar-se como interlocutor singular, fornecedor de uma oferta abrangente de equipamento de suporte à infra-estrutura de computação de uma empresa, como explicou o engenheiro  de sistemas, da unidade de ITB, Pedro Nobre.

De acordo com este responsável, o centro poderá demonstrar as capacidades de gestão de energia, das soluções na “contentorização” térmica, centralização da gestão, modularidade, integração dos quadros de distribuição, com unidades UPS, segurança, mediação de eficiência energética, detecção e extinção integrada de incêndios, entre outras…




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