Information Builders quer fortalecer canal

Mudar a relação com o canal e abordar o mercado dos PALOP com parceiros portugueses são dois dos objectivos do director-geral da empresa para Portugal e Espanha, Miguel Reyes.

Incrementar o negócio da Information Builders realizado através do canal é um dos objectivos do seu director-geral  para Portugal e Espanha, Miguel Reyes. Actualmente, perto de 15 a 20% do negócio da organização é realizado através dos parceiros, segundo este responsável. Mas o mesmo prefere, para um melhor equilíbrio na facturação do fabricante de tecnologia de Business Intelligence, que essa fonte de receitas represente entre 25% e 30%.
A crise económica estará na base da mudança de estratégia da organização cujo negócio é tradicionalmente directo. “A conjuntura económica obriga-nos a abordar com mais enfoque uma segunda camada de organizações, no universo de potenciais clientes além das grandes empresas. E por isso a aposta num modelo de canal”, afirma.
Com a “maior proximidade” ao cliente oferecida pelos parceiros, o fabricante poderá desenvolver melhor a sua actividade no segmento das médias empresas. Razão  mais do que suficiente para “mudar a relação com o canal e a gestão de parceiros, cuja visão é ampla e especializada”.

Reyes prevê um potencial de negócio especialmente na oferta de serviço profissionais. Mas será um segmento também abordado directamente.

Integrada nessa abordagem está a estratégia da empresa para  o mercado africano. O responsável pretende apostar especificamente em parceiros portugueses para os mercados dos PALOP. Trata-se, no fundo, de aproveitar o potencial da proximidade cultural.

“Queremos aproveitar também a presença local dos parceiros”, explica Miguel Reyes. Para já, o “posicionamento será reactivo”, sem iniciativas particularmente fortes de desenvolvimento de negócio.
Até final do ano, o responsável espera ter “um ou dois processos de negócio” a correr nos PALOP, sendo um deles com a Telecomunicações de Moçambique. Actualmente,  a Information Builders tem dois parceiros para os mercados africanos – Indra Portugal e Pessoas e Processos – mas mostrou abertura para ter mais.

A aposta da Information Builders no canal insere-se num quadro geral estratégico assente em três pilares “de oferta”, segundo Miguel Reyes: a mobilidade, a gestão de dados ou Data Governance, e a Cloud Computing.
Na primeira área, o fabricante reafirma a sua abordagem “agnóstica face a tipos de terminais e respectivas platformas”.  O foco na gestão de dados justifica-se pelo avolumar da quantidade de informação e proliferação de fontes, com as quais as empresas têm hoje de lidar. No mercado da cloud, a Information Builders posiciona a sua oferta como capaz de “permitir a distribuição de informação selectiva”.

O mercado português vale hoje entre 20 e 25% da facturação ibérica do fabricante. Em 2010, o volume de negócios gerado pela actividade da empresa em Portugal cresceu 25%, de acordo com Miguel Reyes – o qual não quis revelar o volume de negócios em concreto.

Information Builders quer fortalecer canal

Mudar a relação com o canal, e abordar o mercado do PALOP com parceiros portugueses é um dos objectivos do director-geral da empresa , Miguel Reyes

Incrementar o negócio da Information Builders realizado através do canal é um dos objectivos do seu director-geral para Portugal e Espanha, Miguel Reyes. Hoje perto de 15 a 20% do negócio da organização é realizado através do canal, segundo o responsável. Mas o mesmo prefere, para um melhor equilíbrio, que essa facturação represente entre 25% e 30%.

A crise económica estará na base da mudança de estrategia da organização cujo negócio é tradicionlamente directo. “A conjuntura económica obriga-nos a abordar com mais enfoque uma segunda camada de organizações, no universo de potenciais clientes além das grandes empresas. E por isso a aposta num modelo de canal”, afirma.

Com a “maior proximidade” ao cliente oferecida pelos parceiros, o fabricante poderá desenvolver melhor a sua actividade no segmento das médias empresas. Razão mais do que suficiente para “mudar a relação com o canal e a gestão de parceiros, cuja visão é ampla e especializada”.

Reyes prevê um potencial de negócio especialmente na oferta de serviço profissionais. Mas será um segmento também abordado directamente.

Integrada nessa abordagem está a estratégia da empresa para o mercado africano. O responsável pretende apostar especificamente em parceiros portugueses para os mercados dos PALOP. Trata-se, no fundo, de aproveitar a potencial da proximidade cultural.

“Queremos aproveitar também a presença local dos parceiros”, explica Miguel Reyes. Para já, o “posicionamento será reactivo”, sem iniciativas particularmente fortes de desenvolvimento de negócio.

Até final do ano, o responsável espera ter “um ou dois processos de negócio” a correr nos PALOP, sendo um deles com a Telecomunicações de Moçambique. Actualmente, a Information Builders tem três parceiros para os mercados portugueses – Indra Portugal, Pessoas e Processos e Datanh….. – mas mostrou abrtura para ter mais.

A aposta da Information Builders no canal insere-se num quadro geral estratégico assente em três pilares “de oferta”, segundo Miguel Reyes: a mobilidade, gestão de dados ou Data Governance, e Cloud Computing.

Na primeira área, o fabricante reafirma a sua abordagem “agnóstica face a tipos de terminais e respectivas platformas”. O enfoque na gestão de dados justifica-se pelo avolumar da quantidade de informação e proliferação de fontes, com as quais as empresas têm hoje de lidar. No mercado de cloud computing, a Information Builders posiciona a sua oferta como capaz de “permitir a distribuição de informação selectiva”.

O mercado português vale hoje entre 20 e 25% da facturação ibérica do fabricante. Em 2010, o volume de negócios gerado pela actividade da empresa em Portugal cresceu 25%, de acordo com Miguel Reyes – o qual não quis revelar o volume de negócios em concreto.




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