Google monitoriza localização de utilizadores do Android

Vários e-mails internos provam que a empresa considera essenciais os dados obtidos com a monitorização.

Uma série de e-mails trocados internamente entre executivos da Google mostra como os dados de localização dos utilizadores do Android são importantes para a empresa, segundo o jornal San Jose Mercury News. As mensagens acabam por legitimar os argumentos dos defensores da privacidade, preocupados com o modo como as grandes companhias controlam os utilizadores da Internet.

Os e-mails terão sido escritos pelo CEO Larry Page logo após a Motorola ter substituído o serviço de localização da Google nos seus telemóveis pelo do concorrente Skyhook. Segundo o jornal, o executivo não ficou nada feliz com a decisão do fabricante. As mensagens foram obtidas por constituírem documentos pertencentes ao processo judicial da gigante contra a Skyhook – motivada exactamente pela decisão da Motorola.

Vários funcionários, inclusive Andy Rubin, responsável pelo sistema Android, responderam a um pedido de explicações de Larry Page, pelo atitude do fabricante. Nas respostas estará patente a importância das informações de localização para a companhia.
Tanto a Google como a Skyhook usam os pontos de acesso Wi-fi para identificar a localização dos smartphones. Para determiná-la, são usados algoritmos na medição da distância a esses pontos. Trata-se de um modelo muito mais preciso do que os baseados em torres de comunicações móveis.
Sabe-se da importância dos dados de localização para as empresas, na elaboração de publicidade direcionada. No entanto, é-lhes sempre difícil esclarecer e admitir como obtém algumas informações. A preocupação dos utilizadores com possíveis infrações à privacidade, pode ser um entrave muito relevante.

Com e sem opção de desactivar

Em bora a Apple tenha sido a companhia mais atacada por recolher os dados sabe-se que não é a única a monitorizar os seus clientes. Além da Google, a Microsoft faz o mesmo, e seria uma bela surpresa se a Research In Motion (RIM) – ainda livre de acusações – fosse inocente.

Mas um dos maiores problemas é os utilizadores não terem sequer a opção de inibir o rastreio. Por enquanto, apenas o Android oferece uma alternativa efectiva para fazer isso, ao contrário do iPhone e do Windows Phone 7.

Google monitoriza localização de utilizadores do Android

Vários e-mails internos provam que a empresa considera essenciais os dados obtidos com a monitorização.

Uma série de e-mails trocados internamente entre executivos da Google mostra como os dados de localização dos utilizadores do Android são importantes para a empresa, segundo o jornal San Jose Mercury News. As mensagens acabam por legitimar os argumentos dos defensores da privacidade, preocupados com o modo como as grandes companhias controlam os utilizadores da Internet.

Os e-mails terão sido escritos pelo CEO Larry Page logo após a Motorola ter substituído o serviço de localização da Google nos seus telemóveis pelo do concorrente Skyhook. Segundo o jornal, o executivo não ficou nada feliz com a decisão da fabricante. As mensagens foram obtidas por constituírem documentos pertencentes ao processo judicial da gigante contra a Skyhook – motivada exactamente pela dacisão da Motorola.


Vários funcionários, inclusive Andy Rubin, responsável pelo sistema Android, responderam a um pedido de explicações de Larry Page, pelo sucedido. Nas respostas estará patente a importância das informações de localização para a companhia.

Tanto a Google como a Skyhook usam os pontos de acesso Wi-fi para identificar a localização dos smartphones. Para determiná-la, são usados algoritmos na medição da distância para esses pontos. Trata-se de um modelo muito mais preciso do que os baseados em torres de comunicações móveis.

Sabe-se da importância dos dados de localização para as empresas, na elaboração de publicidade direcionada. No entanto, é-lhes sempre difícil esclarecer e admitir como obtém algumas informações. A preocupação dos utilizadores com possíveis infrações à privacidade, pode ser um entrave muito relevante.

Com e sem opção de desactivar


Em bora a Apple tenha sido a companhia mais atacada por recolher os dados sabe-se que não é a única a monitorazar os seus clientes. Além da Google, a Microsoft faz o mesmo, e seria uma bela surpresa se a Research In Motion (RIM) – ainda livre de acusações – fosse inocente.

Mas um dos maiores problemas é os utilizadores não terem sequer a opção de desativar a monitorização. Por enquanto, apenas o Android oferece uma alternativa efectiva para fazer isso, ao contrário do iPhone e do Windows Phone 7.




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