Volume de negócios da Reditus atinge os 115,6 milhões de euros

Negócio em consultoria foi o principal factor para o aumento da facturação da empresa. A unidade de sistemas de engenharia e mobilidade está a ser descontinuada e não foi considerada no apuramento de resultados.

O ano de 2010 da Reditus ficou marcado por resultados insatisfatórios na área de Sistemas de Engenharia e Mobilidade que levaram o grupo a coloca-la à venda. Mesmo assim, em comunicado, a empresa diz ter facturado o suficiente em Consultoria de TI (51,1 milhões, mais 17, 1 milhões de euros) para compensar o insucesso na referida área e atingir os 115, 6 milhões de euros, em 2010.

Em 2010 a Reditus esperava que a unidade recuperasse baseando-se em previsões de “inversão completa do clima de investimentos em equipamentos para o sector dos semi-condutores, no nível de encomendas recebidas durante o início deste ano e no estado de evolução das negociações de diversos projectos”. Agora a unidade de sistemas de engenharia e mobilidade está a ser descontinuada e não foi considerada no apuramento de resultados.

Outros marcos da vida da empresa foram a aquisição de outras organizações como a Tora, a SAPI2, a Digisis e a Ogimatech. A compra destas empresas terão, dada “uma forte especialização em áreas de nicho”, permitido criar competências no sector de consultoria de negócios.

No final de 2010, a estrutura do grupo apresentava três áreas de negócio: BPO – 16,7 milhões de euros; IT Outsourcing – 52,7 milhões; e IT Consulting (51,1 milhões).

As vendas do grupo no mercado estrangeiro aumentaram de 31,3 milhões de euros para 43,3 milhões de euros. A facturação realizada no mercado interno ascendeu a 72,3 milhões, evoluindo dos 66, 2 milhões de euros.

Os objectivos do grupo para 2011 incluem:

– Maximizar e potenciar a nova organização do Grupo;

– Aumentar o cross-selling, via Reditus Consulting, através de uma maior presença do Grupo nas contas de clientes mais importantes em termos de dimensão e potencial de desenvolvimento de negócio, com uma abordagem integral e uma melhor cobertura e identificação de oportunidades de negócio;

– Expandir a presença internacional, quer por via do desenvolvimento de projectos nos países destino quer por via da exportação a partir de Portugal de serviços com elevado valor acrescentado;

– Racionalizar os gastos, potenciando as sinergias e optimizações comerciais, técnicas, humanas e financeiras.




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