“Vai haver muito trabalho de integração de aplicações”

Nem todas as aplicações nos mainframes estão preparadas para funcionar num modelo de cloud computing ou em interacção com ele, de acordo com Rob Lewis, responsável pela estratégia da GT Software.

Subsistem ainda muitas questões sobre a integração das aplicações residentes nos mainframes, com as plataformas de cloud computing, de acordo com Rob Lewis, responsável pela estratégia da GT Software. “Vai haver muito trabalho de integração de aplicações”, prevê. Por isso, não é estranho o posicionamento da empresa, que tem como parceira em Portugal a Data Knowledge. A GT Software está a apostar na plataforma Ivory Service Arquitect para o mercado de modernização de mainframes.
Para Rob Lewis, a nova geração de mainframes deverá resolver muitos problemas de gestão, aplicacionais. Como exemplo, explica que será possível correr vários sistemas operativos em nas máquinas, facilitando a gestão de máquinas virtuais.
Contudo, subsistem problemas relativos à evolução das aplicações e mudança da API. “O que configura um problema de mudança”, explica o responsável.

Lewis aproveita o facto dos mainframes estarem a ser cada vez mais usados para aplicações de Business Intelligence e Business Analytics para salientar que o Ivory Service Arquitect, permite estabelecer mais facilmente ligações dos sistemas no mainframe a esse tipo de aplicações.

Trata-se de uma plataforma capaz de orquestrar e facilitar a integração de Web Services com ambientes de mainframes. Através dessa facilidade é possível integrar rapidamente, segundo o fabricante, aplicações CICS, IMS, Natural, CA IDMS, CA Ideal e Batch, estendendo as suas capacidades a aplicações Web. Isso permitirá servir dispositivos cliente de mobilidade, plataformas na Web, e aplicações de negócio, como CRM, SAP, Oracle e de facturação.
Segundo Rob Lewis, o  Ivory possibilitará facilitar a integração e o acesso de ambientes REST e SOAP a aplicações baseadas nos mainframes e dados aí residentes. Nesta última situação os dados no mainframe passam a poder ser um Web Service. O responsável promete que a plataforma não exige formação específica é diz que ela proporciona um ambiente de desenvolvimento e implantação semelhante ao do Business Process Management.




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