Critical desenvolve para força área norte-americana

A empresa portuguesa participa num consórcio internacional para implantar sistemas de informação em SOA, com o desenvolvimento aplicacional de serviços baseado em arquitecturas orientadas a serviços (SOA).

A Critical Software Technologies (CSWT) reforçou o seu negócio internacional integrando o consórcio Dynamics Research Corporation (DRC), num projecto para a força aérea dos Estados Unidos. Como explica Rui Melo Bicaia, em entrevista para o Computerworld, o contrato NETCENTS-2 Enterprise Integration and Service Management (EISM) engloba a prestação de serviços de desenvolvimento aplicacional. Interoperacionalidade é a palavra de ordem.

CW – Qual é o contributo da Critical Software para o consórcio?
Rui Melo Biscaia
– Fomos qualificados para fornecer dois tipos de serviços de “Enterprise Integration and Service Management (EISM)” e “Application Services”. Vamos fornecer serviços de desenvolvimento aplicacional de serviços baseado em arquitecturas orientadas a serviços (SOA – Service Oriented Arquitectures). Existe uma orientação para evolução das plataforma actuais para sistemas mais interoperacionais e nós vamos participar nesse esforço de evolução.

CW – Que tipo de conhecimento será desenvolvido? Em que medida pode contribuir
para o desenvolvimento da vossa estratégia de inovação?
RB
– Permitirá obter um elevado conhecimento de domínio. Vamos ter a possibilidade de tomar conhecimento com sistemas de missão no domínio de defesa em diversas vertentes (Terra, Mar, Ar, Espaço). O projecto vai tirar partido das soluções que temos vindo a desenvolver na área de integração de sistemas e na área de sistemas de logística integrada.

CW – Que peso tem o negócio no vosso volume de negócios? Qual é o peso do negócio internacional na vossa facturação? Que objectivos têm traçado para este aspecto (internacionalização)?

RB – O negócio internacional continua a ter um peso muito significativo. Não temos as contas fechadas para 2010, mas os indicadores que temos, dizem-nos que cerca de 70% do nosso “turnover” resulta de negócio feito com mercados externos, seja através de Portugal, ou através das subsidiárias que temos no Reino Unido, Estados Unidos, Brasil, Moçambique, Roménia e (num futuro próximo) em Angola.

CW – Quais são as prioridades da vossa estratégia para 2011?
RB –
Continuar a investir na internacionalização consolidando o investimento que temos efectuado nos últimos anos, desenvolver essa estratégia a partir de Portugal em conjunto com as subsidiárias do Reino Unido, Brasil e Estados Unidos. As prioridades em termos de mercados são a defesa (com especial enfoque no mar), aeronáutica (civil e militar) e Espaço. As prioridades em termos de competências são “mission-sytems integration”, “integrated logistics systems”, “Verification/validation and Safety”, e “real-time embedded sytems”.

Critical desenvolve para força área norte-americana
 
A empresa portuguesa participa num consórcio internacional para implantar sistemas de informação em SOA, com serviços de serviços de desenvolvimento aplicacional de serviços baseado em arquitecturas orientadas a serviços (SOA).
 
 
 
A Critical Software Technologies (CSWT) reforçou o seu negócio internacional integrando o consórcio Dynamics Research Corporation (DRC), num projecto para a força aérea dos Estados Unidos. Como explica Rui Melo Bicaia, em entrevista para o Computerworld, o contrato NETCENTS-2 Enterprise Integration and Service Management (EISM) engloba a prestação de serviços de desenvolvimento aplicacional. Interoperacionalidade é a palavra de ordem.
 
 
 
 
CW – Qual é o contributo da Critical Software para o consórcio?
Fomos qualificados para fornecer dois tipos de serviços de "Enterprise
Integration and Service Management (EISM)" e "Application Services". Vamos
fornecer serviços de desenvolvimento aplicacional de serviços baseado em
arquitecturas orientadas a serviços (SOA – Service Oriented Arquitectures). Existe uma orientação para evolução das plataforma actuais para sistemas mais interoperacionais e nós vamos participar nesse esforço de evolução.
 
 
CW – Que tipo de conhecimento será desenvolvido? Em que medida pode contribuir
para o desenvolvimento da vossa estratégia de inovação?
 
RB – Permitirá obter um elevado conhecimento de domínio. Vamos ter a
possibilidade de tomar conhecimento com sistemas de missão no domínio de
defesa em diversas vertentes (Terra, Mar, Ar, Espaço). O projecto vai tirar
partido das soluções que temos vindo a desenvolver na área de integração de
sistemas e na área de sistemas de logística integrada.
 
CW – Que peso tem o negócio no vosso volume de negócios? Qual é o peso do negócio
internacional na vossa facturação? Que objectivos têm traçado para este
aspecto (internacionalização)?
 
RB – O negócio internacional continua a ter um peso muito significativo. Não
temos as contas fechadas para 2010, mas os indicadores que temos, dizem-nos
que cerca de 70% do nosso “turnover” resulta de negócio feito com mercados
externos, seja através de Portugal, ou através das subsidiárias que temos no Reino
Unido, Estados Unidos, Brasil, Moçambique, Roménia e (num futuro próximo) em Angola.
 
CW – Quais são as prioridades da vossa estratégia para 2011?
RB – Continuar a investir na internacionalização consolidando o investimento que
temos efectuado nos últimos anos, desenvolver essa estratégia a partir de
Portugal em conjunto com as subsidiárias de UK, Brasil e US. As prioridades
em termos de mercados são a Defesa (com especial enfoque no Mar),
Aeronáutica (Civil e Militar) e Espaço. As prioridades em termos de
competências são "mission-sytems integration", "integrated logistics
systems", "Verification/validation and Safety", e "real-time embedded sytems".
 




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