A caminho dos computadores biológicos

Biologia sintética permite conceber sistemas biológicos não existentes na natureza.

Células modificadas geneticamente podem comunicar entre si como ocorre com os circuitos electrónicos, segundo um estudo da universidade sueca de Gotemburgo, publicado recentemente na revista científica Nature.
Apesar destas células não replicarem os computadores, o “estudo abre caminho para criar construção complexas a partir” delas, refere Kentaro Furukawa, do departamento de biologia celular e molecular da universidade e co-autor do estudo.
A equipa de Gotemburgo “produziu circuitos sintéticos baseados na comunicação regulada por genes entre células”, explica a EurekAlert. Estas “foram modificadas geneticamente para sentirem o que as rodeia na base de critérios definidos e, em seguida, enviarem sinais para outras células”, através da secreção de moléculas. “As várias células podem então ser combinadas como peças de Lego para produzir circuitos mais complicados” e, usando essas construções e “com diferentes modificações genéticas, é possível realizar funç-ões ‘electrónicas’ mais complicadas do que seria o caso com apenas um único tipo de células”.




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