Forrester deixa Windows Mobile fora das empresas

Apenas iPhone, BlackBerry e Android merecem a atenção das empresas, cuja estratégia deve ser passar pela abertura a vários dispositivos de acordo com um relatório da Forrester.

As empresas devem suportar uma variedade de plataformas móveis, desde que concentrem os seus esforços nos sistemas operativos iOS (iPhone), Blackberry e Android, afirma a consultora Forrester. Os três estão entre os quatro sistemas mais compatíveis com os padrões do mercado empresarial, defende no estudo “Mobile Operating System Wars Escalate”. Na classificação incluída, quem está em segundo é o Windows Mobile – atrás do Blackberry –, mas há cada vez mais programas a serem adaptados ao iOS, o qual em breve, de acordo com a Forrester, tomará o lugar do sistema operativo da Microsoft.
O Android deverá seguir o mesmo caminho, graças às suas características de segurança e à grande quota no mercado – obtida em apenas dois anos. Assim, a tendência é que o Windows Mobile fique para trás, mesmo porque o seu sucessor, o Windows Phone 7, já foi lançado.
O reduzido espaço dedicado à anterior dominante Palm, e o fracasso da Nokia em atrair programadores à sua plataforma Symbian, deixou-as em desvantagem quanto ao suporte que os departamentos de TI lhes podem dar. Segundo a Forrester, só 12% das companhias aprovam o uso de telemóveis Palm, e apenas 7% aceitam plataformas Symbian.
O índice sobre para 70% no caso do BlackBerry, face a 41% do Windows Mobile e 29% do iPhone. Já o Android é suportado por 13% – um número baixo comparado com a sua importância no sector de dispositivos móveis.

Para a Forrester, as empresas não devem limitar-se a apenas um sistema operativo, o qual era normalmente o BlackBerry. No estudo, a consultora descobriu que metade das empresas entrevistadas – foram ouvidas 175 companhias de telecomunicações e TI, na América do Norte e Europa – suporta duas ou mais plataformas, e 29%, três ou mais.
“Atitudes como tais como a limitação do suporte a uma única plataforma ou o cancelamento do suporte de serviços de e-mail, e outros recursos da empresa, em smartphones de funcionários tendem a acabar”, sugere o estudo.




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