Disaster Recovery (dossier especial)

A virtualização e o cloud computing, a flexibilidade e a resiliência de sistemas, as restrições económicas e a optimização das redes WAN marcam o mercado de disaster recovery.

Existem soluções mais acessíveis, e uma maior consciencialização para a continuidade do negócio. Mas o factor financeiro impera. “O ano de 2001 foi um marco, no sentido de despertar a atenção do mercado para a necessidade de soluções de Disaster Recovery”, diz António Miguel Ferreira, director-geral da Claranet. A onze de Setembro desse ano, várias empresas foram afectadas pelo ataque terrorista às Torres Gémeas. Algumas conseguiram retomar as suas operações noutras instalações pouco tempo depois, beneficiando de sistemas de Disaster Recovery. Outras perderam importantes dados de negócio.

Hoje em Portugal parece haver uma maior consciencialização para a necessidade de precaver os riscos de perdas de dados de negócio. Há legislação nesse sentido e também há maior variedade de soluções, mais amadurecidas, segundo o mesmo responsável, ” ao alcance não só das grandes corporações, mas também de empresas de menor dimensão. “Mas a evolução do mercado, da gestão das tecnologias e das próprias TI, não trouxe só uma oferta mais flexível. Apesar do enquadramento regulamentar sobre gestão da continuidade do negócio, há tendências benéficas, também capazes de encerrar riscos mais escondidos.

Descarregue aqui a edição completa (formato pdf)




Deixe um comentário

O seu email não será publicado