Primeiro-ministro britânico cria Instituto das Ciências Web

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciou esta semana a criação do Instituto de Ciências Web, que, na sua opinião, contribuirá para colocar o Reino Unido “na linha da frente da investigação de tecnologias emergentes na área da Internet”.

Contudo, parece haver alguma disparidade entre as ambições de Gordon Brown e o financiamento de 30 milhões de libras (33,5 milhões de euros) que o governo está disposto a fazer no novo organismo.
O primeiro-ministro terá já assegurado a participação neste projecto de alguns talentos conhecidos no país na área das TI, como Sir Tim Berners Lee e o professor Nigel Shadbolt.
Num discurso centrado na “Criação do Futuro Digital da Grã-Bretanha”, Gordon Brown declarou que quer que “a Grã-Bretanha seja o líder mundial da economia digital, que deverá criar mais de um quarto de milhão de postos de trabalho altamente qualificados até 2020”. O primeiro-ministro quer também que o Reino Unido seja “o líder mundial na prestação de serviços públicos, que dê o maior poder de escolha aos seus cidadãos, pacientes e consumidores, bem como o líder mundial nas novas políticas capazes de transformar a forma como tomamos decisões”.
O primeiro-ministro britânico promete “apresentar um conjunto de propostas radicais que prevêem mudanças na despesa actual, incluindo o possível cancelamento de projectos actuais, com o objectivo de pouparmos milhões de libras por ano nos custos do sector público ao longo dos próximos anos”.
Gordon Brown destacou o papel da “Web semântica”, que, na sua opinião, “vai mudar a forma como conduzimos os negócios, com as novas empresas a ultrapassarem as comunicações tradicionais e as organizações governamentais a desfrutarem de um fluxo de informação e conhecimento mais fluido”.
O governo, diz Brown, “vai convidar universidades e agentes privados, como criadores Web e empresas da área, a participarem neste projecto colaborativo”.




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