Fibra proporciona entre 0,5% a 1,5% de redução de custos

O economista da OCDE, Taylor Reynolds revelou na Conferência FTTH Council que um grande conjunto de benefícios providenciados pela implementação de fibra não serão aproveitados pelos projectos de iniciativa privada.

Na visão da OCDE, os governos têmde decidir qual vai ser o seu papel no desenvolvimento na evolução das redes de nova geração e na sua extensão a áreas pouco rentáveis para a iniciativa privada. Essa é a primeira questão que se coloca aos executivos dos vários países sobre o tema, de acordo com o economista da organização, Taylor Reynolds. A segunda, de acordo com o mesmo, é decidir se devem ou não gastar dinheiros públicos na implementação de redes de fibra óptica do tipo ponto a ponto, nas referidas zonas. Nesse processso precisam de ter em conta um aspecto fundamental: há uma conjunto de benefícios que não serão aproveitados pela iniciativa privada, mas podem ter impacto importante quando enquadrados em projectos de investimento público. De acordo com estudos da OCDE o impacto positivo pode no sector dos transportes, eléctrico, da saúde e da educação, podem oscilar entre os 0,5% e 1,5%, de redução de custos.
Neste contexto, Reynolds considerou importante os governos estabelecerem objectivos para o alargamento das redes, além de promoverem a concorrência entres operadores, tendo em conta esses valores. Um estudo da OCDE aponta ainda segunda uma série de cenários, o peso os custo de implementação, em relação à despesa realizada nos quatro sectores acima referidos.  Trabalho assume projectos com determinadas características: as taxas de juro rondam os 5%; as taxas de acesso a serviços desagregados, 10 euros; e o prazo de retorno de investimento, dez anos.




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