Definir ciberguerra é crucial

O quinto relatório anual da Macfee –Virtual Criminology Report – revela que os ciberataques motivados por razões políticas, havendo cinco países equipados com “armas” cibernéticas.

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Estados Unidos, França, Rússia, Israel e China são os cinco países que o relatório da McAfee, Virtual Criminology, diz terem desenvolvido armas cibernéticas para atingir infra-estruturas de outros países. O trabalho tem o contributo de vários especialistas,  incluindo Paul Kurtz, antigo conselheiro da Casa Branca, nos Estados Unidos. Uma das ideias principais do relatório é a necessidade haver uma definição clara de ciberguerra. Esta falha resulta do facto de haver muitos intervenientes de formas muito diversas, levando à dificuldade de definir as regras segundo as quais os actores e as organizações se interligam.
O relatório salienta ainda, segundo um comunicado, a utilidade de haver a uma definição clara: só com um conceito as organizações poderão ser responsabilizadas pela formação das pessoas sobre como prevenir os ciber-ataques. E na mesma linha, será quase impossível determinar quando uma resposta política ou ameaça militar poderá ser justificada.

Entre outras ideias o relatório salienta que a ciberguerra é uma realidade, incluindo alvos como a Casa Branca, o Departamento de Defesa Interna, os Serviços Secretos dos Estados Unidos e o Departamento da Defesa. “O resultado de um ciberataque, capaz de afectar estes organismos, pode resultar em danos físicos e morte. Não é apenas uma guerra entre computadores”, diz o comunicado. Este aspecto tem a ver com outra ideia do relatório: as armas cibernéticas estão a ser direccionadas para infra-estruturas como redes eléctricas, transportes, telecomunicações, finanças e reservas de água. Os danos podem ser, desta forma, concretizados de forma rápida e com poucos custos.
Em muitos países, muitas infra-estruturas pertencem a entidades privadas, dependentes da administração pública para garantir a sua segurança.  E sem uma visão sobre a estratégia de cibersegurança dos governos, as entidades privadas não conseguem ser preventivos.

Para aceder ao relatório siga clique em:

http://www.computerworld.com.pt/2009/12/14/virtual-criminology-relatorio-anual-mcafee/




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