Crosseling é fundamental para canal da Checkpoint

Na apresentação da  versão R72 a solução de segurança da Checkpoint , Endpoint Security, Nuno Mantinhas considerou que “ferrramenta do crosseling será muito importante para os parceiros da empresa no próximo ano”.  Além disso deixou em mensagem para o mesmo grupo constituído por mais de 40 organizações: a base instalada ainda encerra um potencial de crescimento importante. Parte desse incremento de facturação será alimentado pela venda e implementação dos vários módulos do Enpoint. Mantinhas espera que perto de 80% da base instalada migre para a nova solução num prazo de três a quatro anos. A maior parte da facturação da Checkpoint é realizada nos sectores das telecomunicações, da banca e da administração pública.

A maior  qualidade do Enpoint Security é a facilidade de gestão de dez aspectos de segurança, que a solução proporciona. Tem uma funcionalidade de single-sign-on; de controlo de aplicações, de antivírus, de encriptação de discos,  de protecção de portos, de NAC. A gestão centralizada é fundamental e Mantinhas assegura que a plataforma até consegue receber registos de outras aplicações, depois de convertidos para formatos apresentados na plataforma da Checkpoint.
O preço da solução dependerá do número de utilizadores da empresa. Sem querer entrar declaradamente em novas áreas, como a gestão de TI,  a Checkpoint ainda disponibiliza uma camada de gestão Smartworflow , capaz de notificar sobre alterações de políticas de segurança; e funcionalidades de gestão de activos, capaz de recolher informação sobre os dispositivos….

Principais  “trabalhos” do Enpoint Security

Single Sign-on
– A plataforma tem um cliente VPN embebido, e faz encriptação de discos, autenticação e sincronização assim que o terminal é ligado;

Controlo de aplicações
– Acede a uma base de dados de aplicações com as indicações das aplicações válidas.

Antívirus
– Elimina software maligno.

Encriptação completa de discos
– faz a cifragem do suporte dos dados.

Protecção de portos e encriptação de media
–  só disponibiliza  o acesso e instalação no sistema, para dispositivos identificados

NAC – Controla a o acesso à rede conjugando uma abordagem de controlo de switching, assim como de terminais. Consegue dessa forma proporcionar uma visibilidade e gestão mais granular alcançando o nível aplicacional.

Gestão centralizada
– faz agregação de registos de outras plataformas de sistemas.




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