SOA a arte de aproveitar a tecnologia existente

As Arquitecturas Orientadas a Serviços (SOA) são a última tendência nas arquitecturas de desenho de aplicações. Baseadas no conceito de reutilização, permitem desenhar aplicações para oferecer e partilhar serviços dentro e fora da empresa. Agilidade e flexibilidade unem-se no SOA para definir a adopção da tecnologia com os processos de negócio.

A nova arquitectura orientada para os serviços é a solução para construir infra-estruturas actuais de TI, o que está a levar a apostas por parte de diversas empresas e pela Administração Pública. Este conceito, muito orientado para a integração de aplicações, alberga múltiplas vantagens como a reutilização das aplicações já existentes na empresa e a interoperabilidade e, portanto, a agilização nos processos de negocio.


 


A palavra chave no SOA é a fluidez que esta arquitectura permite, tanto na tecnologia como na sua resposta fácil no negócio, pois facilita muito a integração de aplicações díspares e a reutilização das já existentes numa organização, sem se retirar as anteriores na implementação desta nova solução.


 


O objectivo é duplo. Por uma parte maximizar a reutilização da tecnologia já existente com a finalidade de aumentar o chamado “time to market”, e em segundo lugar assegurar a extensibilidade das aplicações tornando-as adaptáveis e flexíveis.


 


O facto de a SOA basear-se, em grande parte, em serviços Web (ou web services) permite igualmente monitorizar os processos, de forma a que o director de negócio possa visualizar e medir em beneficio da sua produtividade. A estas vantagens, associam-se a rapidez e a capacidade de resposta. Graças à flexibilidade e à adaptabilidade das aplicações existentes, os serviços associados tem um comportamento com a agilidade e qualidade esperada pelos clientes, parceiros e empregados.


 


As estimativas do mercado e os dados dos analistas apoiam esta tendência. Segundo a Gartner, por volta de 2010, pelo menos 65% das grandes empresas terá como base a SOA em mais de 35% das aplicações.


 


Neste sentido, a aposta da BEA Systems e a estratégia da companhia em matéria de soluções baseiam-se na SOA, muito adequada para dar resposta às necessidades das Administrações Públicas. A fluidez da informação dentro das empresas já é uma realidade graças às soluções de fornecedores tecnológicos como a BEA, que acham possível que tecnologias diferentes falem entre si e se entendam.


 


Jesús Garcia Catalán


Director General de BEA Systems Iberia




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