Unisys apresenta oferta integrada para o futuro balcão bancário

Para a Unisys, o futuro balcão bancário ou agência, deverá reflectir quatro componentes: marca, comunicação, formação dos funcionários e tecnologias que alinhem e permitam visualizar o negócio em tempo real.


 


A empresa acredita que as TI são o pilar integrador dessa solução e, em consequência, dispõe-se a ser o prime-contractor de uma oferta que “obriga” a ter parceiros.


 


Actualmente as instituições financeiras estão maioritariamente concentradas em processos de redução de custos. Mas é necessário também conseguir um aumento significativo na eficácia do processo de vendas.


 


Segundo alguns estudos, este aumento das vendas deverá assentar na renovação do balcão/agência bancária, uma vez que continua a ser o meio preferido pelos clientes para se relacionar com o banco, inclusive, para fazer a maioria das suas operações diárias.


 


Além disso, a oportunidade é muito grande, porque actualmente apenas 4% dos clientes que vão a uma agência bancária são alvo de serviço de consultoria/aconselhamento financeiro.


 


Foi tendo em conta esta realidade que a operação da Unisys para o mercado ibérico, aproveitando a experiência britânica, e o conhecimento na área do retail, resolveu apresentar ao mercado ibérico – de Portugal, apenas o Grupo CGD marcou presença – uma oferta/solução integrada de agência/balcão bancário.


 


Para o efeito, realizou em Barcelona as II Jornadas da “Evolução da Agência Bancária”, subordinada ao tema “Ligue o banco aos seus clientes”, em que também participaram a Microsoft e a Telefónica MoviStar, além do parceiro AIS (Análisis Innovacion Solutiones), uma empresa de origem britânica, especialista em branding,  que abriu um escritório em Barcelona, com tem experiência em mais de 120 retail brands e que já trabalhou com mais de 90 bancos, incluindo o BPI.


 


Segundo João Néné, Partner e responsável pela área de Serviços Financeiros da Unisys Portugal e Unisys Espanha, “a Unisys tem uma proposta completa e integrada para um banco construir a sua agência do futuro, que será a agência que liga o banco aos seus clientes”.


 


Para este responsável, “os factores críticos que possibilitam esta ligação situam-se à volta da marca, do comportamento da rede comercial e das comunicações!”. E acrescenta: “torna-se necessário obster uma maior qualidade nos processos e no seu desenho orientado ao negócio, no merchandising e a funcionalidade nos postos de trabalho; complementarmente, é fundamental investir na formação dos empregados, nomeadamente nas técnicas de venda e na área da utilização das novas tecnologias emergentes, no que se refere à mobilidade e comunicações”.


 


João Nené explica que “a nossa proposta não é de uma mudança radical. Há que definir a prioridade das mudanças, de uma forma modular, de modo a que a partir da situação actual se evolua até se conseguir um ambiente de trabalho que realmente fomente a ligação com os seus clientes”.


 


 


As quatro componentes


 


Na visão da Unisys, o balcão bancário do futuro será o resultado de quatro componentes ou factores críticos: Branding, que tem que ser orientado para o negócio incorporando merchandising e maior funcionalidade; comunicações (ter uma imagem corporativa, integrar mobilidade); o funcionário do banco, que vai ter que ser mais qualificado; e aliar inovação e tecnologia orientada para a aplicação/serviço.


 


Como referiu, Antoni Subirana, Portfolio Sales Executive da Unisys, “a focalização e gestão de contactos, integração com o desenho do balcão e formação são os processos-chave”.


 


O integrador destas componentes são as tecnologias de informação/sistemas de informação. “Os sistemas de informação, suportados em tecnologias.


 


“Os sistemas de informação têm que evoluir, já que estes são uma ferramenta chave para melhorar os resultados da actividade comercial e dar uma resposta rápida e eficiente às necessidades do mercado actual”, salienta.


 


Nesta oferta, a questão do branding é fundamental. Para António Subirana “num mercado com produtos similiares é o marketing e a identidade corporativa que marcam a diferença”.


 


Daí a importância da intervenção de Aubrey Ghose, director-geral da AIS, que mostrou porque razão a “marca” continua a ser o principal ponto de contacto com o cliente” e demonstrou as opções que tem a banca de retalho: decidir se deve perspectivar uma mudança “evolucionária” ou revolucionária, nos balcões para incrementar a quota de mercado.


 


Na opinião deste responsável, “a agência do futuro, que será a manifestação física da marca. Seja qual for a estratégia, está deverá ser pensada e desenvolvida como uma marca e a agência terá que ser um lugar divertido e que as pessoas gostem de ir e estar” e que “a tecnologia será invisível nas sucursais”, dada a sua orientação ao serviço e à aplicação.


 




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