A nova ordem no armazenamento

O Storage dos dados transformou-se hoje numa componente essencial não só da infra-estrutura dos Sistemas de Informação, como do próprio negócio.

A crescente globalização da economia mundial, a progressiva liberalização dos mercados associada à eliminação das barreiras alfandegárias, à internacionalização das organizações, ao advento e massificação da Internet e do comércio electrónico, estão a alterar profundamente as regras de funcionamento interno e da actuação das organizações nos mercados.


 


Um dos grandes desafios que as empresas enfrentam hoje é conseguirem retirar o máximo partido dos dados e informações que se encontram distribuídos por toda a organização, em sistemas e arquitecturas tecnológicas cada vez mais multiplataforma, quer sejam produzidos internamente, quer sejam produzidos nas relações com os clientes e parceiros, consumidores e/ou fornecedores.


 


Em paralelo, assistimos a um crescimento exponencial do volume de dados que, simultaneamente, assumem um papel cada vez mais relevante no processo de decisão e na competitividade das organizações. Negócio é informação.


 


Para conseguirem responder a esta nova realidade/necessidade as organizações precisam, em primeiro lugar de armazenar os dados e as informações e, em segundo lugar, de ter soluções tecnológicas que permitam a sua integração e a sua gestão eficaz.


 


Numa economia que funciona cada vez mais em rede e de uma forma globalizada, as soluções têm que permitir a edificação de infra-estruturas de storage de dados que permitem uma gestão centralizadas e, simultaneamente, global, ultrapassando os limites físicos e espaciais das próprias organizações.


 


Neste contexto, o storage de dados e a sua gestão tende a ter cada vez mais um papel central, indispensável e independente nas organizações. Mas a importância dos dados não decorre apenas do seu crescimento e da sua complexidade.


 


Decorre do novo enquadramento da economia e das actividades das empresas. O essencial do negócio está cada vez mais nos dados/informação que residem nas organizações.


 


Desde facto decorre que o volume de dados, pela dinâmica do próprio negócio é, cada vez maior, ao mesmo tempo que emergem novas obrigações legais, associadas por exemplo à presença na Bolsa e ao Basileia II, novos desafios tecnológicos (emergência do eBusiness, o UMTS, novos formatos digitais associados a novos conteúdos…) ou novos modelos de negócio baseados em conceitos/proposta como Hosting, Utility Computing, On Demand, Subscription Price, entre outros.


 


Acresce a tudo isto, a questão da Segurança que se tornou uma prioridade inevitável sobretudo depois do 11 de Setembro de 2001.


 


Neste novo contexto económico e de negócio, político e geo-estratégico, gerir esta complexidade de dados e informação sem colocar em causa a continuidade do negócio, do ponto de vista operacional e estratégico, é hoje um dos maiores desafios das organizações.


 




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