Como resposta às novas ameaças que todos os dias são disseminadas pela Internet, a Panda propõe um modelo de segurança assente numa base de dados online, ligada a todos os utilizadores do software. A Panda Security disponibilizou no mercado a sua nova oferta de produtos de segurança, baseados na sua nova tecnologia de “Inteligência Colectiva”.
A Inteligência Colectiva consiste numa base de dados online onde é armazenada a maioria das assinaturas dos ficheiros, as listas de software seguro e o conhecimento sobre ameaças. Cada utilizador Panda acaba, assim, por ser um “detector” de código nocivo, enviando dados estatísticos para a base de dados central. Por outro lado, a Inteligência Colectiva funciona em tempo real, podendo realizar análises a pedido do utilizador a partir da Internet, assim como proteger a navegação na Internet, verificar a segurança de mensagens de correio electrónico, e classificar aplicações utilizadas. Conforme afirma José Serrano, director de projectos estratégicos da Panda, é quase “como fazer outsourcing do processamento que um software antivírus normalmente faria utilizando os recursos do computador”. Na verdade, o software Panda instalado nos computadores pessoais dos utilizadores recorre ao conhecimento e às ferramentas disponíveis na base de dados online, e menos ao processamento da própria máquina, o que se traduz num consumo menor de recursos de processamento e de largura de banda, ao mesmo que torna possível uma detecção mais rápida e uma maior taxa de remoção de malware. Paralelamente, esta prática dará à Panda uma maior visibilidade sobre as ameaças e sobre os utilizadores, o que lhe permitirá actualizar e melhorar constantemente a segurança. Os novos produtos de segurança da Panda também já incluem novas tecnologias, como a TruPrevent 2.0 para detectar o malware mais sofisticado com base em metodologias comportamentais, e a Identity Protect, para combater as tentativas de roubo de dados confidenciais e de identidade. Software mais leve A tecnologia de Inteligência Colectiva foi concebida pela Panda para dar resposta às novas ameaças de segurança da Internet, e às exigências dos utilizadores. Por um lado, ao colocar as ferramentas online o fabricante torna o seu software mais leve para os computadores, consumindo menos recursos de processamento. Por outro lado, este modelo afigura-se mais preparado para responder às alterações que a criminalidade informática tem produzido, com novas formas de ataque e novos códigos nocivos a inundarem diariamente a Internet. De acordo com os dados da Panda, estima-se que o número de amostras diárias recebidas nos seus laboratórios seja superior a cinco mil, o que torna a tarefa de as analisar e combater bastante complexa. |