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Deloitte escolhe Nortel para sistemas de videoconferência PDF Imprimir Endereço de e-mail:
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16-07-2008 01:00:00
A Deloitte escolheu a Nortel para fornecedor de serviços de telepresença e videoconferência. O acordo, assinado no mês passado, é válido por três anos e tem um valor de vários milhões de euros. Espera-se que muitos membros independentes da Deloitte em 140 países procurem tirar partido das capacidades de videoconferência unificada da Nortel. Já para o fabricante, o acordo representa o reconhecimento do crescimento das suas capacidades para suportar videoconferência, considera Mike Jude, analista da Nemertes Research. E salienta que a Nortel recorre a um modelo diferente da concorrência. Nomeadamente, diferente do modelo da Cisco. A Nortel opta por fornecer equipamento de fabricantes de produtos de videoconferência conhecidos, como a Polycom ou a Tandberg, ao invés de produzir os seus próprios produtos.
Rick Sullivan, director nacional de serviços de negócio da Deloitte Canadá, disse que a Deloitte já possui vários equipamentos da Tandberg e da Polycom, como câmaras, monitores e outros produtos associados, que deverão continuar a ser utilizados com a Nortel. Este não foi, porém, o motivo principal para a escolha da Nortel – de acordo com Sullivan, é um dos poucos fabricantes a oferecer um serviço gerido de videoconferência a uma escala global.
A divisão canadiana da Deloitte conta com 8000 trabalhadores e 55 escritórios e já aderiu ao acordo global com a Nortel. Esta divisão já utilizava videoconferência, ainda que de forma algo irregular. Sullivan considera que “um serviço gerido era o caminho a tomar”. Com o acordo, a Deloitte Canadá poderá construir três ou mais salas de telepresença topo de gama. Este tipo de sistemas normalmente exigem iluminação integrada, som e vários écrãs de grandes dimensões e de alta definição. A Nortel também poderá suportar sistemas de menores dimensões e videoconferência em desktops.
A Deloitte crê que a videoconferência pode contribuir para poupar custos com deslocações e viagens e para obter ganhos de produtividade. De acordo com dados da Nortel, uma empresa que gaste cerca de 15 milhões de euros por ano em viagens pode utilizar telepresença e videoconferência para recuperar 385 mil horas de produtividade perdidas, reduzir o impacto no ambiente, em 4200 toneladas e poupar até 4,4 milhões de euros.
 

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