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Portugal com taxa de penetração de banda larga móvel de 10% PDF Imprimir Endereço de e-mail:
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14-07-2008 00:00:00
Estudo da Ericsson ConsumerLab ao comportamento dos consumidores coloca Portugal na liderança em banda larga móvel, com uma taxa de penetração de 10%. O estudo da Ericsson ConsumerLabs de 2008 incidiu sobre a China, Estados Unidos, Reino Unido, Índia, Brasil, Japão, Suécia, México, Espanha, Rússia, África do Sul e Portugal – onde Portugal se destacou como líder na penetração de banda larga móvel. De acordo com o estudo, o crescimento registado na adesão à banda larga móvel foi sustentado essencialmente pela população jovem, que possui um PC ou um computador portátil – um grupo importante para serviços de nicho. A este crescimento não terá sido alheio o programa governamental e-escola, conforme salienta o Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Paulo Campos.  O programa encara as ligações de banda larga móveis como “um factor muito importante para o desenvolvimento”, e até agora já distribuiu algumas centenas de milhar de computadores portáteis com ligações à Internet a estudantes – o que terá contribuído para que, desde 2005, a quantidade de computadores portáteis em Portugal tenha quintuplicado.
Nas ligações à Internet em geral (fixas e móveis), o crescimento também foi positivo para Portugal, numa altura em que a percentagem da população que dispõe de um computador é cada vez maior – situa-se nos dois terços da população total do país. Na população que tem computador, 51% das pessoas tem um desktop e 34% um computador portátil, o que, de acordo com o estudo, coloca Portugal acima dos restantes países analisados.
O estudo também incidiu sobre os serviços e hábitos de consumo de televisão, e revelou que 94% dos portugueses possuem um televisor, e 52% dos lares nacionais estão equipados com televisão por cabo ou satélite. Estes dados podem indicar potencial de crescimento de serviços de televisão sobre IP e televisão interactiva. O mercado também tem demonstrado, de acordo com as conclusões do estudo, algum interesse na televisão móvel, sobretudo da parte dos sectores mais jovens da população.
Perante os resultados do estudo, Rita Ferreira, da Ericsson Portugal, crê que os principais desafios para as entidades envolvidas nestes sectores passam por “conquistar” os portugueses que ainda não dispõem de Internet nas suas habitações, desenvolver os serviços de televisão (como vídeo a pedido ou “videorecording”, por exemplo) e começar a apostar na oferta e subscrição de pacotes de serviços combinados.
 

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