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Escolas e empresas devem adaptar-se à Geração Y
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01-07-2008 01:00:00 |
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As salas de aulas e as empresas têm de ajustar as suas formas de funcionamento às características da chamada Geração Y, que corresponde aos indivíduos nascidos entre a década de oitenta e o ano 2000. Passam a grande maioria do seu tempo ligados à Internet, e estão habituados a funcionar com diversos dispositivos electrónicos simultaneamente. Estas características reflectem-se na forma como aprendem e como vão trabalhar no futuro, o que significa que a educação e as empresas devem adaptar a sua forma de funcionar a esta geração, segundo o estudo “Technologies to reach the thum generation” da Basex, uma empresa de consultadoria.
A Geração Y, ou seja os jovens de hoje em dia, vivem constantemente em contacto com a tecnologia, conseguindo por isso aceder a informação de forma muito mais rápida do que as gerações anteriores. As salas de aula devem, como tal, alterar o seu cariz de local de acesso a informação por excelência, caso contrário não conseguirão capitalizar as potencialidades dos jovens, nem endereçar as suas necessidades, segundo o estudo. O estudo da consultora considera que as salas de aula devem, o quanto antes, estar equipadas com ferramentas e sistemas tecnológicos, que possam ser redes de armazenamento e consulta interactiva de informação tratada. O modelo de funcionamento das aulas deverá assim ser baseado em dispositivos que os alunos dominam e nos quais confiam, permitindo-lhes ter um papel mais activo no seu processo de aprendizagem. O mesmo deve acontecer às empresas. Dentro de três ou cinco anos, a Geração Y vai entrar no mercado de trabalho e vai exigir uma forma de funcionar mais aberta, baseada na constante conexão e na interactividade, considerou Jonathan Spira, CEO da Basex. “As empresas precisam de se educar para retirar todo o partido das potencialidades da Geração Y quando esta chegar ao mercado de trabalho. Esse processo passa pela formação dos seus funcionários no que diz respeito à utilização correcta da tecnologia e às questões de segurança”, disse Spira. |