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CA facturou perto de oito milhões de euros PDF Imprimir Endereço de e-mail:
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19-06-2008 01:00:00

No ano fiscal de 2007 a CA Ibéria facturou cerca de 40 milhões de euros, dos quais sensivelmente oito milhões (20%) corresponderam ao mercado português. Em termos globais, a CA encerrou o ano fiscal com uma facturação de 2,7 mil milhões de euros.

Para Portugal, os sectores de actividade mais fortes para o negócio da CA são o sector financeiro (banca e seguros) e o sector das telecomunicações. No entanto, e de acordo com Pedro Ligero, gestor para a região ibérica da CA, o fabricante mantém uma presença muito forte nas principais empresas de outros sectores verticais da economia, como os transportes e o governo.

Para o ano fiscal de 2009, a CA tem como objectivo aumentar ainda mais a sua presença junto dos clientes, a fim de diagnosticar melhor as suas necessidades e de reforçar as vendas a nível sectorial. Além disso, pretende reforçar o seu ecossistema de parcerias para conseguir direccionar melhor as soluções. Reforçar a sua quota de mercado e aumentar a comunicação com clientes e parceiros, são outros objectivos.

A grande aposta da CA é o mercado de infra-estruturas de TI. Nesta área, a CA disponibiliza soluções para o mercado de sistemas mainframe – um mercado que, segundo o José Pedro Carvalho, vice-presidente sénior para as regiões Sul e Este da EMEA, ainda tem uma dimensão considerável e tem-se mantido mais ou menos estável ao longo dos anos. Mas a maioria do negócio do fabricante passa por sistemas distribuídos, onde desenvolveu uma estratégia de independência face a fabricantes e a plataformas que lhe permite fornecer soluções de “Enterprise IT Management” para a maioria das plataformas e sistemas operativos. Paralelamente, a CA aposta em parcerias “com quem seja capaz de complementar as soluções e acrescentar-lhes valor”, afirma José Pedro Carvalho. No último ano fiscal, e relativamente às vendas de produtos, as soluções de Gestão de Serviços de Negócio e Gestão de Infra-estruturas foram as mais importantes. Pedro Ligero, porém, salienta o papel que as soluções de segurança apresentam, dado o seu aumento de vendas, sobretudo no mercado português.

 

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