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Doze por cento dos consumidores acede a redes Wi-Fi desprotegidas PDF Imprimir Endereço de e-mail:
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02-05-2008 12:27:53

Utilizadores entre os 18 e 34 são os que mais acedem a ligações sem fios privadas, de acordo com um estudo realizado pela Accenture, num âmbito mundial.

Apesar de ser uma prática ilegal em várias regiões do mundo, ligar-se a ligações Wi-Fi desprotegidas continua a ser uma prática atractiva, de acordo com uma sondagem da Accenture na qual 12% dos inquiridos afirmou já ter acedido a ligações sem fios privadas.

Esta prática é mais frequente na faixa etária compreendida entre os 18 e os 34 anos, na qual cerca de um terço dos inquiridos afirmou já ter acedido a sinais Wi-Fi abertos. Aparentemente, isto é mais frequente nos Estados Unidos, onde um em cada sete inquiridos revelou ter utilizado redes Wi-Fi desprotegidas para aceder à Internet. No Reino Unido, esta prática foi tentada por um em cada onze utilizadores. Em alguns países, o acesso a ligações privadas sem segurança é considerado uma forma de hacking, e como tal passível de ser punido criminalmente.
O mais grave é que os dados enviados através de routers não estão cifrados e, em teoria, podem ser lidos por qualquer indivíduo que tenha ao seu dispor as ferramentas de rede adequadas. O estudo da Accenture demonstrou também que os utilizadores de computadores continuam a ter práticas de computação muito pouco seguras. Quase metade dos inquiridos na sondagem afirmou utilizar a mesma palavra-chave para todos os seus registos online, e apenas um quarto dos inquiridos revelou ter ficheiros cifrados nos seus computadores pessoais. No entanto, o estudo indicou que a maioria dos utilizadores é também sensível aos relatórios e às notícias sobre roubos de identidades. 25% dos inquiridos disse que deixaria de fazer compras numa loja se nela tivesse ocorrido uma falha de segurança, e um terço disse que continuaria a fazer compras nessa loja, mas passaria a pagar em dinheiro, e não com cartões de débito ou crédito.
Uma outra conclusão curiosa retirada do estudo indica que os cibernautas norte-americanos costumam actualizar o seu software de segurança mais frequentemente do que os do Reino Unido. Enquanto o rácio de residencies britânicas que nunca actualizam as aplicações de segurança é de um para sete, entre as americanas é de um para 20.
 

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