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Registos médicos electrónicos pouco implementados
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14-04-2008 01:00:00 |
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Um estudo recente realizado pelos membros do College of Healthcare Information Management Executives (CHIME) concluiu que, entre os participantes, 82% indicaram que as suas organizações estão a impor ou a incentivar a criação de registos médicos electrónica para pacientes internados. De momento, apenas 18% dos inquiridos afirmou já ter este tipo de tecnologia instalado, e entre aqueles que estão a implementar a tecnologia, 55% reportou que menos de metade da documentação dos pacientes internados está a ser complementada electronicamente.
O processo de documentação preferido por 42% dos inquiridos consiste num conjunto de inputs estruturados através de formulários ou templates. 29% das respostas indicam a utilização preferencial de tecnologias estruturadas ou transcrições, e 17% revelam a utilização de texto livre introduzido por um médico. 12% dos inquiridos afirmou recorrer a outras metodologias, que incluem templates com reconhecimento de voz, inputs estruturados utilizando formulários e combinações de texto livre e estruturado. As ferramentas básicas para a documentação das actividades médicas consistiam em postos de trabalho fixos com portáteis e computadores de secretária. Metade dos inquiridos utiliza software de reconhecimento de voz e apenas oito por cento recorre a software de reconhecimento de caligrafia. Alguns médicos recomendaram que, para aumentar a taxa de implementação de informação electrónica, poderá ser necessário envolver os médicos no desenvolvimento das ferramentas. Há também algumas preocupações quanto à necessidade de produtos. |