Início arrow Green computing arrow Custos energéticos cresceram 14,9% nos últimos três anos
Custos energéticos cresceram 14,9% nos últimos três anos PDF Imprimir Endereço de e-mail:
Green computing arrow Gestão
18-03-2008 00:00:00

ImageOs custos energéticos das principais organizações empresariais no território nacional ascenderam a 235,2 milhões de euros em 2006, equivalente a 0,5% do volume de negócios destas organizações. Por outro lado, estes custos registaram uma taxa de crescimento anual nos últimos anos superior a 14,9%.

 

Estas são algumas das principais conclusões de um estudo realizado pela equipa da CXO Media sobre os custos energéticos nas principais organizações empresariais no território nacional. Para a realização deste estudo, a equipa da CXO Media procedeu à análise dos relatórios e contas de um conjunto de instituições que incluem nas suas contas referências aos custos energéticos. As empresas incluídas constam do quadro em anexo. O estudo contempla ainda a análise das políticas ambientais contempladas pro estas empresas e que será alçvo de outro texto numa das próximas edições.
Assim, e de acordo com os dados compilados pela CXO Media, enquanto que, em 2004, os custos energéticos destas instituições eram ligeiramente superiores a 178,2 milhões de euros, no ano seguinte, estes custos ascenderam 206,5 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 15,9% relativamente ao ano anterior. Em 2006, os custos ultrapassavam 235,2 milhões de euros, o que equivale a um crescimento de 13,9% relativamente ao ano anterior.
Por outro lado, os dados compilados pela CXO Media permitem-nos segmentar os custos destas instituições entre dois grandes grupos de empresas: instituições financeiras e grandes grupos económicos. A análise dos dados permite-nos constatar que os custos das empresas financeiras registaram um crescimento mais acentuado do que a despesa dos grandes grupos económicos. Com efeito, enquanto que o ritmo de crescimento anual desta rubrica nas instituições financeiras foi de 19,6%, o ritmo de crescimento da despesa nos grandes grupos económicos foi de 12,7%.
Assim, enquanto que, em 2004, os custos energéticos das instituições financeiras eram de 54,2 milhões de euros, no ano seguinte, a despesa com esta rubrica ultrapassava 68,1 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 25,5% relativamente ao ano anterior. No ano passado, a despesa com custos energéticos ascendia a 77,6 milhões de euros, o que equivale a um crescimento de 13,9% relativamente ao ano anterior.
Apesar do crescimento da despesa com energia nestas instituições nos últimos anos, o peso desta despesa nos custos operacionais manteve-se constante no decorrer do período analisado – (cerca de 1,2% destes custos).
Por outro lado, a equipa da CXO Media analisou ainda a evolução dos custos energéticos em alguns dos grandes grupos económicos. Assim, e de acordo com os dados compilados pela equipa da CXO Media, enquanto que, em 2004, a despesa energética dos grandes grupos económicos era de 124 milhões de euros, no ano seguinte, o valor da factura energética ultrapassava 138,4 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 11,7% relativamente ao ano anterior. Em 2006, os custos energéticos ascendiam a 157,6 milhões de euros, o que equivale a um crescimento de 13,8% relativamente ao ano anterior.


Empresas analisadas

 

MillenniumBCP
CGD
BPI
BES
Santander
Montepio Geral
Banif
Finibanco
Banco Popular
Crédito Agrícola
Portugal Telecom
Sonae
EDP
Galp
ANA
Águas de Portugal

 

SUBSCREVA A NOSSA NEWSLETTER

     

ESCOLHAS DO EDITOR - GREEN COMPUTING

Produtividade da economia do carbono tem que crescer 10 vezes

ImageEstabilizar as emissões de gases com efeitos de estufa sem comprometer o ritmo de crescimento económico é o principal desafio que se coloca aos responsáveis governamentais e às organizações empresariais a nível mundial. Para tal a produtividade da economia do carbono, o Produto Interno Bruto (PIB) produzido por cada unidade de carbono, terá que aumentar dez vezes até 2050. Por outro lado, esta redução das emissões de CO2 pode ser realizada com as tecnologias disponíveis actualmente. Estas são algumas das conclusões de um estudo realizado pela McKinsey – The Carbon Productivity Challenge – sobre as oportunidades de aumentar a produtividade da economia de carbono.

Ler mais...
 
Nações Unidas criam grupo de TIC “verdes”
A International Telecommunications Union (ITU), uma agência das Nações Unidas, criou um novo grupo para examinar o modo como medir e reduzir o impacto das tecnologias de informação e comunicações no ambiente.
Ler mais...
 
Joomla! is Free Software released under the GNU/GPL License.