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Os custos energéticos das principais organizações empresariais no território nacional ascenderam a 235,2 milhões de euros em 2006, equivalente a 0,5% do volume de negócios destas organizações. Por outro lado, estes custos registaram uma taxa de crescimento anual nos últimos anos superior a 14,9%.
Estas são algumas das principais conclusões de um estudo realizado pela equipa da CXO Media sobre os custos energéticos nas principais organizações empresariais no território nacional. Para a realização deste estudo, a equipa da CXO Media procedeu à análise dos relatórios e contas de um conjunto de instituições que incluem nas suas contas referências aos custos energéticos. As empresas incluídas constam do quadro em anexo. O estudo contempla ainda a análise das políticas ambientais contempladas pro estas empresas e que será alçvo de outro texto numa das próximas edições. Assim, e de acordo com os dados compilados pela CXO Media, enquanto que, em 2004, os custos energéticos destas instituições eram ligeiramente superiores a 178,2 milhões de euros, no ano seguinte, estes custos ascenderam 206,5 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 15,9% relativamente ao ano anterior. Em 2006, os custos ultrapassavam 235,2 milhões de euros, o que equivale a um crescimento de 13,9% relativamente ao ano anterior. Por outro lado, os dados compilados pela CXO Media permitem-nos segmentar os custos destas instituições entre dois grandes grupos de empresas: instituições financeiras e grandes grupos económicos. A análise dos dados permite-nos constatar que os custos das empresas financeiras registaram um crescimento mais acentuado do que a despesa dos grandes grupos económicos. Com efeito, enquanto que o ritmo de crescimento anual desta rubrica nas instituições financeiras foi de 19,6%, o ritmo de crescimento da despesa nos grandes grupos económicos foi de 12,7%. Assim, enquanto que, em 2004, os custos energéticos das instituições financeiras eram de 54,2 milhões de euros, no ano seguinte, a despesa com esta rubrica ultrapassava 68,1 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 25,5% relativamente ao ano anterior. No ano passado, a despesa com custos energéticos ascendia a 77,6 milhões de euros, o que equivale a um crescimento de 13,9% relativamente ao ano anterior. Apesar do crescimento da despesa com energia nestas instituições nos últimos anos, o peso desta despesa nos custos operacionais manteve-se constante no decorrer do período analisado – (cerca de 1,2% destes custos). Por outro lado, a equipa da CXO Media analisou ainda a evolução dos custos energéticos em alguns dos grandes grupos económicos. Assim, e de acordo com os dados compilados pela equipa da CXO Media, enquanto que, em 2004, a despesa energética dos grandes grupos económicos era de 124 milhões de euros, no ano seguinte, o valor da factura energética ultrapassava 138,4 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 11,7% relativamente ao ano anterior. Em 2006, os custos energéticos ascendiam a 157,6 milhões de euros, o que equivale a um crescimento de 13,8% relativamente ao ano anterior. Empresas analisadas
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