Início arrow Green computing arrow 74% das empresas europeias não conseguem medir eficiência energética
74% das empresas europeias não conseguem medir eficiência energética PDF Imprimir Endereço de e-mail:
Green computing arrow Tecnologias
10-03-2008 00:00:00

As empresas europeias admitem que dificilmente irão cumprir as metas impostas pelos seus governos e pela União Europeia no que se refere à diminuição das emissões de carbono por não terem ferramentas de avaliação adequadas para medir a eficiência energética. Segundo o estudo encomendado pela Coleman Parkes, 92 por cento das empresas inquiridas afirmam necessitar de uma tecnologia que lhes permita melhorar a eficiência energética, 74 por cento precisam de uma ferramenta para quantificar o seu impacto no ambiente e 72 por cento referem que gostariam de ter uma tecnologia que as ajudasse a gerir e monitorizar os seus riscos de não-conformidade.

“A maioria das empresas na UE fazem actualmente parte do Esquema de Comércio de Emissões da UE sob o qual têm de reportar as suas emissões de CO2. O incumprimento resulta em sanções financeiras que, por sua vez, se reflectem negativamente nos resultados financeiros dessas empresas”, afirma Nick Caplan, Chief Marketing Officer da LogicaCMG. “Muitas empresas implementaram um tipo ou outro de folha de cálculo que as ajuda a monitorizar as suas emissões, mas este método é susceptível de erros e não é suficientemente seguro. Já existem tecnologias que possibilitam a captura, verificação e o rastreio fiável das emissões, e as empresas deviam começar a recorrer a essas tecnologias. Ao mesmo tempo, atingir estas metas permite que o Governo possa assegurar um custo justo para o carbono”.
A larga maioria (90%) das 200 empresas que participaram neste estudo são da opinião de que os Governos não conseguirão implementar as mudanças necessárias para uma economia de baixas emissões de carbono se não tiverem o apoio do mundo empresarial. Realçam também a importância de aumentar a divulgação de qualquer tecnologia disponível que as ajude a atingir estas metas.
Para Ian Parkes, director da Coleman Parkes, ”a UE e os Governos nacionais comprometeram-se a atingir determinadas metas de emissões nos próximos anos. Mas 74% das empresas europeias não sabem como quantificar o seu impacto actual. Oferecer às organizações tecnologias para ajudá-las a atingir os seus objectivos é uma forma importante de assegurar que possamos alcançar as nossas metas”.
 

SUBSCREVA A NOSSA NEWSLETTER

     

ESCOLHAS DO EDITOR - GREEN COMPUTING

Produtividade da economia do carbono tem que crescer 10 vezes

ImageEstabilizar as emissões de gases com efeitos de estufa sem comprometer o ritmo de crescimento económico é o principal desafio que se coloca aos responsáveis governamentais e às organizações empresariais a nível mundial. Para tal a produtividade da economia do carbono, o Produto Interno Bruto (PIB) produzido por cada unidade de carbono, terá que aumentar dez vezes até 2050. Por outro lado, esta redução das emissões de CO2 pode ser realizada com as tecnologias disponíveis actualmente. Estas são algumas das conclusões de um estudo realizado pela McKinsey – The Carbon Productivity Challenge – sobre as oportunidades de aumentar a produtividade da economia de carbono.

Ler mais...
 
Nações Unidas criam grupo de TIC “verdes”
A International Telecommunications Union (ITU), uma agência das Nações Unidas, criou um novo grupo para examinar o modo como medir e reduzir o impacto das tecnologias de informação e comunicações no ambiente.
Ler mais...
 
Joomla! is Free Software released under the GNU/GPL License.